Cursos preparatórios para concursos públicos: é necessário fazer?

Quando uma pessoa decide estudar para um certame, uma das primeiras medidas que ela pensa em tomar é se matricular em um dos cursos preparatórios para concursos públicos do mercado.

Em geral, quando se trata de disciplinas desconhecidas ou daquele conteúdo que não vemos há algum tempo, uma aula parece a melhor pedida para aprender tudo.

No entanto, no mundo dos concursos públicos, são muitas as estratégias de estudo, como os livros, PDFs e mentorias que, por vezes, fazem com que muitos dispensem os cursos preparatórios para concursos públicos.

Mas, por sua vez, os cursinhos podem funcionar para muitos que não conseguem estudar sozinhos e precisam de uma dose constante de motivação.

Pensando nisso, neste artigo vou apresentar os benefícios e as desvantagens de fazer cursos preparatórios para concursos. Continue a leitura!

Fazer cursos preparatórios para concursos públicos não é obrigatório!

Não é porque seu colega está fazendo cursinho que você, obrigatoriamente, precisa se matricular.

Entretanto, embora eu não considere indispensável e essencial, eu recomendo bastante. Eu não fiz praticamente nenhum dos cursos preparatórios para concursos públicos porque, na minha época, não havia opções presenciais que me agradassem e ainda não havia cursos online.

Com a internet, surgiram mais opções de cursos preparatórios para concursos públicos mais em conta. Além disso, a possibilidade de assistir em casa evita custos e riscos com deslocamento.

No entanto, antes mesmo de contratar um cursinho, avalie como está o seu nível de aprendizado.

Se você possui uma formação que te oferece uma boa base para estudar o conteúdo exigido no edital, você pode tentar estudar sozinho.

No entanto, algumas disciplinas, como da área de Direito ou Contabilidade, podem ser difíceis para quem as estuda pela primeira vez.

Se você já leu o material algumas vezes e sente que a absorção não está acontecendo, busque um dos cursos preparatórios para concursos públicos.

Quais são as disciplinas mais recomendadas para estudar em um cursinho?

Para entender quais disciplinas você deve estudar nos cursos preparatórios para concursos públicos, o primeiro passo é reconhecer suas dificuldades.

Se você está apresentando déficit em Exatas, é necessário investir em aulas para disciplinas como:

  • Contabilidade;
  • Economia;
  • Matemática.

Busque, preferencialmente, cursos cujos professores tenham uma excelente didática para ensinar quem não domina o conteúdo e não tem base na área.

Outra disciplina que muitos acreditam não precisar estudar tanto é Português. Ledo engano. Muitas vezes, um cursinho dessa disciplina vem muito a calhar.

Isso porque apesar de ser a nossa “língua materna”, o Português reúne regras, vocábulos semelhantes e várias lições de gramática que podem te confundir.

Para se ter uma ideia, consegui listar aqui no blog 13 erros de português mais comuns entre os concursandos. Isso comprova o quanto a disciplina merece atenção!

Você não pode é se tornar o concursando que só assiste a aulas

O grande perigo dos cursos preparatórios para concursos públicos é criar os “viciados em aula”, ou seja, aquelas pessoas que só assistem a aulas e desnecessariamente.

Você deve fazer um curso com o propósito de sanar suas dúvidas e amplificar o aprendizado do conteúdo.

Após assistir às aulas, faça os exercícios e comprove que está dominando o conteúdo. Assim, nada de começar um novo curso da mesma disciplina. Aprenda coisas novas!

Você não irá passar só fazendo cursinho

A partir do momento em que você decide fazer cursos, entenda que você não irá passar só fazendo cursinhos, mas pode passar sem cursinhos.

Dessa forma, tão importante quanto assistir às aulas é estudar continuamente o conteúdo em casa, fazendo exercícios e resumos.

Mesmo que você tenha acesso a várias aulas , com os mais diferentes professores, você não precisa assistir a todas!

A sua dedicação ao cursos preparatórios para concursos públicos deve ser apenas o suficiente para te ensinar o conteúdo.

Assistir às aulas primeiro ou estudar o material primeiro?

Quando se trata das disciplinas que você tem muita dificuldade, primeiro assista às aulas para depois estudar o material.

Assim, o professor irá te fazer entender o assunto, para depois facilitar o seu estudo.

No entanto, não estude o curso completo para só estudar o material depois. Aula dada é aula estudada. Logo, assista a uma aula de um determinado conteúdo e, logo depois, vá estudar seu material.

Só após assistir a uma aula e estudar o seu conteúdo, você assiste à próxima aula.

Outra alternativa para otimizar o tempo que você usa para assistir às aulas online é assistir em maior velocidade.

Se você assistir em velocidade 1,5, por exemplo, gastará apenas 20h para concluir um curso de 30h.

Dessa forma, você tem 10h horas livres para acumular HBCs que realmente irão contribuir para a sua aprovação.

Entenda definitivamente, para ser aprovado, você precisa ter muito mais horas de estudo do que horas dispensadas com aulas.

Um curso só de exercícios também pode trazer um ganho legal

Uma das melhores maneiras de estudar para concursos públicos é por meio do desenvolvimento de exercícios.

Dessa forma, uma boa alternativa é procurar cursos preparatórios para concursos públicos que são voltados para a resolução de exercícios.

Ao resolver questões de concursos públicos, você ativa ainda mais o hemisfério esquerdo do cérebro, que é caracterizado por ter áreas responsáveis pelo raciocínio lógico, fala, matemática e mais – esse lado também é conhecido como o “cérebro acadêmico”.

Além do mais, quando você resolve determinada questão, você percebe quais conteúdos são recorrentes e têm muita chance de serem cobrados novamente – logo, você acaba prestando mais atenção e retendo melhor a informação.

Se você já estudou uma disciplina, mas ainda não está acertando pelo menos 80% dos exercícios, busque cursos especializados na prática.

Em suma, os cursos preparatórios quando usados com sabedoria são uma ferramenta poderosa para alcançar a tão sonhada aprovação.

Entretanto, o concurseiro deve saber dosar o tempo no curso e assistir a só o que realmente irá facilitar seu aprendizado.

Por fim, fique sempre com uma “pulga atrás da orelha” quando estiver estudando. Questione-se: eu realmente preciso assistir a essa aula ou é uma desculpa para a preguiça de estudar o material?

Um abraço, Alexandre Meirelles.

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Legislação para concursos: como estudar e otimizar seu tempo

A legislação para concursos é uma matéria que cai nas provas de diversas áreas, sendo especialmente importante para a área fiscal e a policial. Conhecer as leis, sejam as mais comuns ou as menos usuais, é muito importante para os concurseiros, independentemente da área escolhida.

Porém, muitos têm dificuldades de estudar legislação. Por isso, fizemos esse texto com as melhores dicas para compreender essa matéria e ir muito bem na prova.

Continue sua leitura e bons estudos!

Legislação para concursos: dicas básicas para estudar

Essas são algumas dicas básicas gerais para ajudá-lo a estudar melhor a legislação para concursos. Muitas podem ser aplicadas mesmo para outras matérias, já que tratam de organização e interpretação, dois fatores que podem ajudá-lo a estudar qualquer assunto.

Comece se organizando

O primeiro passo para estudar para um concurso público é se organizar. Separe os momentos que você tem livre no dia a dia e reserve-os para os estudos. Não se deixe enganar pela agenda: mesmo dias que parecem cheios têm algum espacinho que pode ser reservado para estudar.

A melhor dica para organizar os estudos de legislação para concursos é encaixar essa matéria em momentos em que você esteja mais descansado. Isso porque ela exige leituras pesadas e, se estiver com sono, vai ter dificuldades de se concentrar.

Leia o edital

Ler o edital do concurso que você quer prestar é a única maneira de saber quais leis vão cair na prova. Você não precisa – e nem mesmo deve tentar – decorar toda a constituição. Estudar muitas leis ao mesmo tempo pode até mesmo atrapalhar.

Se o edital do concurso ainda não saiu, procure por editais anteriores ou similares para começar a se preparar, e adapte seus estudos quando o edital de fato for lançado.

Não se apresse

A legislação está escrita em uma linguagem muito específica, que é difícil para a maioria das pessoas. Por isso, não pense que só passar os olhos por cima será o suficiente para aprender uma lei: você deve saber como interpretá-la.

Não tenha pressa e leia com muita calma. Se for preciso, pesquise palavras em um dicionário para não comprometer seu entendimento.

Faça pesquisas

Você não precisa estudar legislação para concursos apenas com a constituição nas mãos. Procure reportagens, casos de julgamentos, resumos, vídeos e outros tipos de materiais que deem exemplos e recursos visuais. Isso facilita muito a memorização.

Busque ajuda

É muito comum ter dificuldade em estudar legislação. Por isso, não tenha vergonha de pedir uma ajuda profissional para entender alguma lei ou compreender sua aplicação.

Com essas dicas básicas esclarecidas, você está pronto para passar a estudar a legislação para concursos com mais profundidade.

Como se aprofundar na legislação para concursos?

Legislação para concursos públicos

Com essas dicas, você vai ter mais facilidade para estudar e memorizar as leis, mesmo que a matéria seja mais pesada. Confira:

Analise as provas anteriores

Na maioria das vezes, fazer questões de provas anteriores é uma ótima ideia para estudar para concurso. No caso da legislação, no entanto, você não precisa apenas resolver as questões: analise-as, conferindo quais são os temas abordados e como eles aparecem na prova. Marque os artigos correspondentes na lei e os artigos que tenham a ver com eles.

Isso não apenas é uma maneira de fazer com que você estude e memorize com mais facilidade, mas também é uma forma bem visual de descobrir quais são as leis, artigos ou parágrafos que mais aparecem em provas de concursos e, assim, você consegue priorizar seus estudos.

Leia os artigos principais para a área

Alguns conteúdos são mais ou menos importantes na prova dependendo de qual cargo você quer assumir. Por exemplo, se você está concorrendo a um cargo técnico da área de tribunal, dê mais atenção aos atos processuais, como citações, intimações e cartas, que serão conteúdos comuns no seu dia a dia e, provavelmente, muito pedidos na prova.

Se você não souber o que é mais importante para sua área, não se preocupe: o exercício de marcar os artigos citados em provas anteriores, sobre o qual falamos na dica acima, provavelmente já vai apontar esse caminho.

Memorize o que não parecer lógico

Muitas leis são escritas de maneira confusa e, sem uma boa interpretação de texto, você pode compreender tudo errado. As provas de legislação para concursos se aproveitam disso para fazer “pegadinhas” e, naturalmente, criar questões que muitos concurseiros vão errar.

Por isso, se você identificar algum artigo ou lei que possa gerar confusão, memorize-o. Tente se lembrar também de sua aplicação. Isso evita que você caia nas pegadinhas da prova.

Revise constantemente

Agora que você tem os arquivos grifados e sabe quais são os principais e quais são as pegadinhas, revise todos constantemente.

Procure um horário do dia em que você não esteja tão cansado para fazer isso, já que, como dissemos, a leitura é pesada. Se preferir, grave-se lendo as leis para escutar enquanto está no trânsito. Nesse caso, a repetição ajuda muito a memorizar.

Não substitua a legislação

Mesmo que você encontre outros materiais que falem sobre as leis e os artigos que precisa estudar, não deixe de lado a legislação. Sempre que estiver estudando a partir de um vídeo ou resumo, tenha a lei em mãos para fazer anotações.

Acostumar-se com a linguagem da legislação para concursos é essencial para não se atrapalhar na hora da prova.

Essas foram algumas dicas que vão ajudá-lo a estudar melhor a legislação. Mas para realmente poder estudar, você deve aprender a otimizar seu tempo e aumentar sua produtividade.

Otimização de tempo para o estudo de legislação para concursos

Saber otimizar seu tempo faz com que você possa estudar mais em menos tempo – o que é a própria definição de produtividade. Por isso, vamos dar três dicas para quem tem que estudar legislação, mas tem que conjugar esses estudos com o trabalho, a faculdade e a família.

Elimine as distrações

Um dos maiores problemas de quem estuda hoje em dia é o quanto estamos cercados por distrações o tempo inteiro. Seja o e-mail, as mensagens, as ligações ou as redes sociais, somos o tempo inteiro bombardeados por notificações que tiram nosso foco.

Por isso, quando quiser estudar legislações, desligue ou afaste todas essas distrações. Essa já é uma matéria complicada o suficiente, com um texto complexo e difícil. Não a deixe ficar pior com a falta de foco!

Encontre pequenos momentos

Ler uma lei e tentar compreendê-la pela primeira vez exige um tempo e dedicação. Porém, revisar aquilo que você já estudou e compreendeu é algo que pode ser feito a qualquer momento. Por isso, dedique seus minutos extras da hora do almoço, da fila do banco ou da sala de espera para revisar a legislação.

Reúna dúvidas

Não pare de estudar sempre que surgir uma dúvida qualquer e não se esqueça de sempre perguntar para um profissional da área!

Estudar legislação para concursos é uma mistura de interpretação de texto, persistência e otimização de tempo. Com esses três fatores, você vai se sair muito bem na prova!

qual a legislação para concursos

A Método de Estudo tem muitos materiais relacionados à área, confira os materiais gratuitos.

Como passar em primeiro lugar em concurso? Eu devo estudar com esse objetivo?

Passar em um concurso público não é fácil. Poucos concurseiros conseguem a proeza de serem aprovados com menos de dois anos de estudo – principalmente quando se trata dos certames mais concorridos. Isso faz com que a preocupação em estar afiado no conteúdo para o concurso público seja tamanha que  torna comum que concurseiros se perguntem: devo estudar para ser o primeiro lugar em concursos? Mas, como passar em primeiro lugar em concurso? 

Leia também: Quanto tempo para passar em concurso público: 4 variáveis que afetam o cronograma

Você deve achar que, se estudar para estar na posição mais alta da lista, dificilmente a aprovação não virá.

Isso porque, mesmo que haja outros “gênios” ou estudiosos que conquistem o primeiro lugar, você conseguirá ser classificado com folga.

No entanto, a busca pela perfeição pode, muitas vezes, ocasionar estresse e até mesmo desmotivação.

Leia também: Motivação para concursos: quer um puxão de orelhas?

Há quem diga que sim, você deve se dedicar para aprender como passar em primeiro lugar em concurso e assim aumentar suas chances de aprovação.

Há outros que afirmam que essa “sede pela aprovação lá em cima” é prejudicial.

Pensando nesse dilema, vou aconselhar se você deve estudar para ser o primeiro lugar em concursos. Continue a leitura!

Como passar em primeiro lugar em concurso? Você deverá ser craque em tudo

Primeiramente, preciso dizer que nunca estudei para ser o primeiro lugar e não acredito que essa seja uma postura legal.

Isso porque, quando você decide estudar para ser o primeiro lugar em concursos, você deseja se tornar um craque em tudo.

Isso resulta em uma rotina de assistir a aulas com três professores diferentes para cada disciplina e reunir diferentes materiais de cada uma, feitos por diferentes autores.

Além disso, você começa a perseguir novidades e, por fim, acaba sobrecarregado de conteúdo.

Ao tentar ficar expert em alguma matéria, outras disciplinas acabam ficando de lado. Logo, você poderá tirar nota 9 ou 10 naquelas que se dedicou amplamente, mas acabar sendo reprovado em outras, por não ter estudado com a mesma atenção todo o conteúdo.

Uma vez que a busca incessante por dicas de como passar em primeiro lugar em concurso não é o indicado, você pode estar se perguntando: então o que eu devo fazer para ser aprovado em concurso? A seguir, selecionamos algumas dicas eficazes.

Priorizar bons materiais de estudo é o mais importante

Em vez de se dedicar em aprender como passar em primeiro lugar em concurso tenha em mente que o mais importante é ter conhecimento suficiente em quase todo o conteúdo exigido no edital.

Assim sendo, nada de explorar uma variedade de livros e autores de uma só disciplina. Isso fará com que você seja bombardeado de conteúdo de uma só matéria e, assim, dificilmente conseguirá estudar a fundo todas as matérias.

Dessa forma, para ter sucesso, você deve escolher um bom material de estudo para concurso, ou seja, o mais renomado para a sua área de estudos. O foco deve ser este material!

Se você estuda para a área fiscal, deve se concentrar na melhor bibliografia para concursos públicos da área fiscal. Se o seu objetivo é a área policial, você deve buscar pela melhor opção de bibliografia para concursos públicos da área policial. Estude, com zelo e atenção, cada um desses materiais!

Oriente-se pela nota de corte do último classificado

Agora você deve estar se perguntando “se eu não devo estudar para ser o primeiro lugar, como ser aprovado em concursos ?”.

Minha recomendação é você pegar a última classificação do concurso desejado e verificar a média de pontuação do último aprovado.

É a partir da nota desse aprovado que você deve traçar suas metas de estudo para concursos, afinal você sabe quanto deve pontuar,  com uma margem superior de acertos.

Isso é, se ele foi aprovado com nota 7, estude para obter, pelo menos, nota 8. Isso porque, em casa, seu desempenho sempre será melhor que na prova. Em casa você está confortável e sem ansiedade.

Já na prova há as carteiras desconfortáveis, apreensão e tempo limitado. Logo, se você tira 8 em casa, provavelmente tirará menos na prova.

Diferencie bem o que é ser aprovado e o que é ser classificado

Vale ressaltar que você deve se orientar pela nota do último classificado dentro do número previsto de vagas no edital.

Isso porque, geralmente, há uma série de candidatos “aprovados”, ou seja, que cumpriram os requisitos mínimos para serem qualificados para o cargo, mas que, pela ordem de notas, ficaram abaixo do número de vagas disponíveis.

Você deve se orientar pela nota que deve tirar para ser classificado dentro das vagas, ou seja, ser nomeado!

Ao atingir a nota suficiente, dedique-se às disciplinas que você tem mais dificuldade

Um grande problema de quem busca técnicas de como passar em primeiro lugar em concurso  é, após atingir o conhecimento necessário, continuar batalhando pela perfeição.

Assim, você levaria tempo demais para ser perfeito em todas as disciplinas. Logo, a chance de não dar conta até o dia da prova é grande.

Dessa forma, ao alcançar o desempenho necessário em uma disciplina, busque aprimorar sua nota em outras, para que você saiba o suficiente para não ser reprovado em nenhum conteúdo.

Portanto, pense em tirar 9 e 10 após ter uma base sólida e suficiente para garantir a sua aprovação em quase todas as outras disciplinas exigidas.

E tenha cuidado sobretudo com os concursos que exigem o mínimo por disciplina. Porque se você estudar para ser o primeiro lugar, pode acabar buscando a perfeição em muitas, mas deixar uma a desejar e pode ser justamente essa que irá travar o seu sonho de ser aprovado.

Em suma, o meu conselho é primeiro nivelar um bom desempenho em todas as disciplinas do edital. Só depois de cumprir esse objetivo que você estará autorizado a estudar para ser o primeiro lugar em concursos.

Por fim, mais do que se preocupar em como passar em primeiro lugar em concurso, lembre-se de que o seu objetivo deve ser colocar o seu nome como aprovado no Diário Oficial.

Não se preocupe em se destacar no cursinho, no grupo do Facebook e ter outras famas.

A aprovação é maior que qualquer um desses reconhecimentos.

Então, se você está atrás de mais dicas de como passar em concurso públicoindependente da posição de classificação – eu te indico participar da Liga da Aprovação.

Junto com minha equipe, criei uma mentoria especializada para cada área de concursos. Ela foi concebida especialmente para estudantes, iniciantes ou avançados, que querem atingir seu objetivo de ser aprovado, em menos tempo.

Ficou curioso? Acesse nosso site, escolha a sua Liga e leia os depoimentos de ex-concurseiros que foram aprovados nos mais concorridos certames do Brasil.

Nós nos vemos lá!

Um abraço, Alexandre Meirelles.

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Por que as melhores apostilas para concurso não existem?

Quando começam a estudar para um concurso público, muitos concurseiros acabam se confundindo com a grande quantidade de materiais disponíveis. É preciso comprar materiais de estudo além dos fornecidos pelos cursos? Se sim, quais os materiais ideais? Como estudar com videoaulas? Se eu estudar com as melhores apostilas para concursos será o suficiente para adquirir um bom preparo para as provas?

As apostilas não são suficientes para passar em um concurso difíceis e concorridos. Por isso, é importante ter um guia de quais materiais são os melhores e como você pode aproveitá-los ao máximo.

Esse é o objetivo desse texto: garantir que, qualquer que seja o material de sua escolha, você vai poder aproveitar tudo o que ele oferece para ajudá-lo a passar no concurso. Venha conferir nossas dicas!

Importante: desenvolva o hábito de estudar

Como já dissemos, as melhores apostilas para concursos não são materiais completos o suficiente para passar em provas de alto nível. Assim, antes de explicar quais os melhores materiais para concurso ou qual material é mais interessante para você, é importante deixar claro que nenhum material, sozinho, pode fazê-lo passar na prova. Se você não tiver o hábito de estudar, dificilmente vai conseguir chegar à frente dos seus concorrentes.

Mas o que significa ter o hábito de estudar? Que isso é algo que você vai fazer

regularmente. Em vez de pegar seus livros e se sentar para estudar por seis horas em um só dia da semana, você vai estudar todos os dias, por menos tempo – três horas por dia já fazem muita diferença!

Comece fazendo um cronograma, baseado na sua rotina, para estudar diariamente. Com o tempo, você vai se acostumar com as matérias e pode aumentar seus horários de estudo, mas não deixe de sempre ter um espaço para o descanso. O Método de Estudo possui um espaço em seu blog direcionado especialmente à organização do estudo.

Tendo o hábito de estudar, você pode deixar de lado a ideia das melhores apostilas para concursos e começar a usar PDFs, livros, videoaulas, podcasts e qualquer outro tipo de material que funcione para você.

Troque as famosas melhores apostilas para concursos por materiais completos

Muitos concurseiros, especialmente os iniciantes, acreditam que podem reunir tudo o que devem estudar de qualquer maneira, sem pensar em uma ordem lógica, e acabam se confundindo com tantos materiais e assuntos diferentes.

O próximo passo, normalmente, é comprar PDFs e livros, mas é comum se deparar com dúvidas como: mas com as melhores apostilas para concursos não conseguirei passar? Não, invista em materiais completos e de qualidade, hoje em dia existem excelentes PDFs, podcasts, videoaulas, livros, todos atualizados com o melhor conteúdo para você

Os PDFs são bons materiais por um motivo específico: eles têm um conteúdo bem direto, servindo como material de apoio para quem quer aprender rápido.

Porém, os livros podem ser materiais mais completos e, por isso, podem ser mais úteis. Veja algumas diferenças abaixo:

Disponibilidade

Tanto livros quanto PDFs são melhores para concursos públicos e podem ser encontrados na internet. As tão conhecidas melhores apostilas para concursos não englobam os conteúdos necessários para realizar uma boa prova da polícia federal ou para a área fiscal, por exemplo.

Conteúdo

Enquanto livros tratam de assuntos específicos, aprofundando mais a matéria e explicando melhor seus pontos, os PDFs para concurso costumam fazer um apanhado exato do que seu edital está pedindo.

Relevância

Tanto livros quanto PDFs variam de qualidade dependendo de quem escreveu, quem publicou etc. O caso é que existem muitos PDFs compilados por pessoas e editoras que só querem fazer dinheiro e, por isso, jogam o conteúdo nas páginas sem qualquer critério ou revisão.

Quanto aos livros, existe um policiamento maior de seus conteúdos, além de uma preocupação maior com a didática.

Levando em conta essas diferenças, essas são 5 dicas legais para quem quer estudar com PDFs ou livros:

1) Peça recomendações para seus colegas

Pedir recomendações sobre quais os melhores PDFs ou livros para concurso para colegas que estudam ou estudaram para o mesmo concurso que você é uma ótima maneira de saber quais são os materiais mais úteis do ramo.

2) Procure dicas de especialistas

Busque em sites confiáveis da internet quais são os PDFs e livros mais recomendados, invista em materiais completos e atualizados. No site da Método de Estudo, por exemplo, você encontra recomendações sempre atualizadas e divididas por áreas, o que permite que você selecione apenas o que será útil para seus estudos.

3) Experimente antes de comprar

Procure ler os livros e PDFs antes de comprá-los, nem que seja apenas um excerto. Mesmo quando um material é muito recomendado, ele pode não cair no nosso gosto e ser difícil ou maçante.

4) Seja estratégico

Não pense que você deve ler todo o livro ou PDF para passar em um concurso. Você não tem todo o tempo do mundo! Seja estratégico e saiba selecionar o que é mais importante para dar prioridade.

5) Faça seus próprios resumos

Alguns livros vêm com resumos prontos. Não fique satisfeito com eles: faça seus próprios resumos, com suas palavras e suas técnicas, para fixar melhor a matéria e aprender de verdade.

Livros e PDFs não foram feitos para serem lidos repetidamente e decorados. Você deve estudar ativamente, fazendo resumos, respondendo aos exercícios e interagindo com o texto. Essa é a única maneira de, de fato, aprender a matéria para passar na prova.

Como escolher e estudar com outros materiais?

melhores apostilas para concurso existem?

Agora você já sabe que estudar por materiais como PDFs e livros é mais proveitoso do que por apostilas para concursos. Mas não precisam ser seus únicos materiais de apoio. Podcasts e vídeos podem ensinar muito, e se inserem na sua rotina com facilidade.

Confira algumas dicas para incluí-los no seu planejamento!

Estudando com áudio

Muitos concurseiros acreditam que não vale a pena estudar por meio de podcasts e outros tipos de áudio, especialmente porque não conseguem se concentrar no que está sendo dito. Assim, o tempo passado escutando uma aula acaba sendo perdido.

No entanto, escutar um podcast é uma forma muito simples de inserir os estudos na sua rotina. Você pode fazer isso a hora que quiser, só colocando seus fones de ouvido. Não importa se você está lavando a louça, caminhando na esteira ou voltando para casa do trabalho.

Mesmo que você não consiga prestar atenção em tudo o que é dito, ainda é um tempo aproveitado. Imagine que você dedica, pelo menos, três horas por dia para os estudos. Você não vai escutar podcasts nesse tempo hora, mas sim ler, fazer exercícios e estudar de outras maneiras.

As aulas em áudio ficam para os momentos de atividades mecânicas, como na espera para ser atendido no dentista, na fila do banco, durante uma caminhada, no trânsito etc. No fim do dia, você vai ter aproveitado alguns minutos a mais para revisar a matéria.

O que estudar com áudio?

Nem todas as matérias podem ser estudadas por áudio. Aquelas que exigem mais prática, como matemática, informática, contabilidade ou redação, provavelmente, não serão compreendidas sem exemplos visuais claros.

Legislação, direitos, português e outras matérias do tipo podem ser compreendidas melhor mesmo sem ajudas visuais. Concentre-se nessas matérias na hora de procurar podcasts para estudar.

Estudando com vídeos

O grande problema de estudar com vídeos é o quanto é difícil gerenciar seus estudos estando na frente do computador, com acesso à internet. Essa é a primeira dificuldade que os estudantes encontram quando querem aprender com videoaulas.

Utilizar aplicativos que bloqueiam redes sociais pode ser uma boa ideia para quem não consegue se conter, mas a verdade é que só muito foco e força de vontade podem ajudá-lo a não se distrair na era das distrações.

Apesar disso, os vídeos trazem duas grandes vantagens enquanto materiais de estudos: eles podem ser pausados quando você precisa fazer uma anotação e podem ser assistidos mais de uma vez. Se você souber conter as distrações, pode aprender muito!

Ter os materiais certos é apenas um dos fatores para passar em um concurso. Dedicação e força de vontade são os verdadeiros fatores que vão ajudá-lo a seguir em frente e estudar sempre mais para passar na prova.

materiais gratuitos para concursos

Você já sabe que as melhores apostilas para concursos não existem e que é importante focar em diversos tipos de materiais. Fique por dentro dos melhores conteúdos e dicas.  Confira os e-books da Método de Estudo e fique sempre atualizado!

Cuidados para o dia da prova: como se preparar para o concurso?

O tão esperado concurso chegou e, por isso, é importante que o concursando tome alguns cuidados para o dia da prova para não colocar os meses de estudo e preparação a perder.

Em geral, o dia da prova gera apreensão e, por isso, ter atenção ao edital e muita organização ajudará a aliviar a tensão deste grande dia.

Posso usar caneta azul? Posso levar lápis e borracha? Levar alimentos é permitido? Há uma série de questões que rondam a cabeça dos candidatos e, por isso, não devem ser poucos os cuidados para o dia da prova.

Vale ressaltar que tamanha ansiedade é normal, afinal, seu futuro está em jogo. O que você não pode deixar acontecer é que o medo o domine, prejudicando seu desempenho no exame.

Dessa forma, separei alguns cuidados para o dia da prova que você deve tomar para obter êxito. Continue a leitura!

Os novos cuidados para o dia da prova não são exagero

Quando eu prestei meus primeiros concursos, nos anos 1990 e também em 2005, havia poucos cuidados para o dia da prova exigidos em edital.

Relógios de pulso eram permitidos, cabelos soltos não eram problema, embalagens de alimentação muitas vezes ignoradas e mais.

No entanto, hoje há muitas medidas de segurança essenciais para garantir a lisura dos concursos e evitar fraudes, como o uso de detectores de metal.

Entretanto, há certos aspectos que são vistos como exagero, mas ainda assim, são exigidos e você deve tomar esses cuidados para o dia da prova. Confira!

1. Tenha atenção à cor da caneta exigida

Normalmente, nenhum concurso permite mais o uso de lápis e borracha para a resolução da prova. Só a caneta é permitida, muitas vezes, com cores limitadas.

A exemplo dos editais para Agente Fiscal de Santa Catarina, da Fundação Carlos Chagas e para Agente Fiscal do Rio Grande do Sul, do Cespe.

Nesses editais, está destacado que os candidatos devem estar munidos de caneta esferográfica de corpo transparente, com tinta azul ou preta.

Dessa forma, nada de firulas. A melhor escolha é a tradicional caneta BIC ou similares. Nada de canetas coloridas, com desenho no corpo e outros artifícios.

Busque levar duas delas e apenas elas. Muitos editais já colocam como critério de eliminação se você levar no bolso lápis, borracha, marca-texto, lapiseira, entre outros.

2. Anote o gabarito apenas em papel autorizado pela banca

Todo concursando quer levar o seu gabarito para casa, a fim de conferir as respostas quando o gabarito oficial for divulgado.

Entretanto, anotar as respostas, atualmente, só é permitido em papel fornecido pela banca e de acordo com as suas instruções.

É passível de eliminação anotar também no seu cartão de confirmação de inscrição, por exemplo.

Assim sendo, as bancas, nos últimos tempos, oferecem um papel para que você possa anotar as suas respostas e levar com você.

3. Orelhas devem ficar descobertas

Atenção homens e mulheres cabeludos! rs suas orelhas devem permanecer descobertas durante a realização da prova. Por isso, providenciem um elástico ou prendedor de cabelo.

Esse, de fato, parece um dos mais exagerados cuidados para o dia da prova, mas sua função é evitar possíveis fraudes por meio de escutas.

Muitas mulheres, por exemplo, esquecem de levar prendedores para a prova e, por isso, acabam por prender o cabelo com a caneta.

No entanto, a caneta fica escorregando, atrapalhando a sua concentração na prova. Logo, leve um prendedor firme!

4. Evite o uso de relógios de pulso

Antes, pelo menos os relógios analógicos eram permitidos durante a realização da prova. Hoje, um dos cuidados para o dia da prova é não usar relógio, seja lá qual for o tipo.

Dessa forma, é melhor não arriscar. Vá sem relógios e acessórios e busque controlar o seu tempo de prova por meio do relógio disponibilizado na sala.

5. Óculos escuros também não são permitidos

Não estou dizendo que você irá usar óculos tipo “O Exterminador do Futuro” para ir fazer prova – por isso esse é um dos cuidados para o dia da prova que parece bobagem.

Entretanto, há alguns candidatos que utilizam óculos de grau com lentes Transitions, que são aquelas que escurecem, a fim de proteger a vista, de acordo com as variações de luz, e que também não são permitidos em alguns certames.

Dessa forma, se você tem algum grau que te atrapalhe a enxergar, evite as lentes Transitions. Infelizmente é necessário providenciar outro óculos, mais em conta, ou usar lentes de contato.

6. Não leve o celular – se levar, lacre, sem bateria e/ou em modo avião

Muitos concursos permitem levar o celular – no entanto, eles devem ser lacrados em sacos próprios.

Se mesmo lacrados, os aparelhos tocarem, o candidato é imediatamente eliminado. Sendo assim, você deve evitar que ele toque.

Se possível, tire a bateria do aparelho. No entanto, como sei que hoje muitos smartphones não têm bateria removível, coloque-o no modo avião antes de desligar. Também desative alarmes, notificações e mais.

7. Controle remoto de carro, moedas e chaves também não devem ser usados

Itens que contenham metal, como controle remoto de carro, moedas e chaveiros devem ser guardados na bolsa, não no bolso.

Em geral, sua bolsa é embalada em um saco plástico e colocada debaixo da carteira, evitando problemas.

Um dos meus alunos da Liga da Aprovação, extremamente preparado, foi eliminado após o detector de metal identificar uma moeda de R$ 0,50 no bolso, quando foi ao banheiro. Ele argumentou, mas mesmo assim, foi eliminado.

Um aluno meu também relatou que um colega de sala foi eliminado por terem encontrado um pendrive solto na sua bolsa, na frente da sala, e não no saquinho lacrado.

Dessa forma, na dúvida, embale qualquer dispositivo de metal e/ou eletrônico no saco de segurança fornecido pela banca.

8. Roupas com zíper de metal

Outro caso que já me foi relatado foi de candidato que foi fazer prova com roupas com zíper de metal que, por sua vez, ativaram o detector de metal.

No banheiro, a candidata precisou comprovar que tratava-se apenas do zíper da roupa e que não havia nenhum dispositivo preso ao seu corpo.

Logo, esse é um dos cuidados para o dia da prova que são exagerados, mas que você deve tomar para evitar qualquer estresse.

9. Evite qualquer recipiente que não seja fabricado em embalagem transparente

Garrafas de água, de suco, refrigerante, biscoitos, barras de cereais e chocolates só podem ser levados se armazenados em embalagem transparente.

Logo, você pode levar a garrafa de água desde que a garrafa seja transparente sem o rótulo, mas não azul, e, quanto aos outros alimentos, retire-os da embalagem original e leve em um saco transparente.

Em suma, muitos dos cuidados para o dia da prova parecem paranoia das bancas. No entanto, são exigências que você precisa aceitar para não colocar seu sonho em risco.

Por fim, lembre-se de que o mais importante dos cuidados para o dia da prova é ler as questões com muita atenção e, se preciso, mais de uma vez, pois algumas delas podem conter as famosas pegadinhas a fim de confundi-lo.

Além disso, todas as preocupações devem ser deixadas de lado. Tudo o que podia ser feito já foi feito. Agora é só colocar tudo o que foi aprendido no papel.

Um abraço, Alexandre Meirelles.

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Qual a idade máxima para entrar na polícia militar?

Trabalhar na polícia militar é o sonho de muitas pessoas. Além de ganhar um bom salário, esse é um trabalho prestigioso, que permite crescimento e abre as portas para diversas oportunidades. Mas muitas pessoas que querem fazer o concurso para essa instituição se deparam com um empecilho inesperado: a idade. Afinal, qual a idade máxima para entrar na polícia militar? E por que existe esse limite?

Entenda melhor no texto abaixo qual a idade máxima e quais são os pré-requisitos!

Qual a idade máxima para entrar na polícia militar?

Para resolver essa dúvida, antes de mais nada, devemos lembrar que o concurso da PM não é unificado em todos os estados. Ou seja, em cada estado brasileiro, ele tem suas próprias peculiaridades em todos os aspectos:

  • requisitos para cada candidato;
  • tipo de prova;
  • disciplinas cobradas;
  • remuneração etc.

Por isso, se você quiser saber exatamente qual a idade máxima para entrar na polícia militar, é preciso consultar o edital do concurso do estado no qual você vai fazer a prova. Essa é a única maneira de ter certeza absoluta disso!

Hoje em dia, porém, a maioria dos estados brasileiros está de acordo sobre a idade máxima para se candidatar aos cargos da PM: 30 anos para o quadro de praças – ou seja, para ser um policial militar – e 35 anos para cargos oficiais superiores. A idade mínima é a mesma para qualquer concurso: 18 anos. Alguns estados adotam idades máximas diversas, como 28 ou 45 anos.

Teoricamente, qualquer pessoa até os 29 ou 34 anos pode fazer as provas e, se aprovados, começar a servir à polícia militar. Isso quer dizer que é impossível para alguém de 35 ou 36 anos passar no mesmo concurso? É o que veremos a seguir.

Essa limitação é válida?

O limite de idade para a inscrição em concurso público só se legitima em face do art. 7º, XXX, da Constituição, quando possa ser justificado pela natureza das atribuições do cargo a ser preenchido.

Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XXX – proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil.

É isso que diz o Superior Tribunal Federal (STF) sobre limitações de idade para cargos de emprego. Nesse caso, como justificar que exista uma idade máxima para entrar na polícia militar, ainda que os concursos possam admitir pessoas de até 70 anos? Isso não pode ser considerado discriminação?

A justificativa dada é a rotina e as exigências da vida de um policial militar. Física e mentalmente, é a partir dos 30 anos que nosso corpo começa a entrar em declínio. Isso quer dizer que o metabolismo, o raciocínio e os reflexos começam a ficar mais lentos.

Além de ter uma rotina profissional difícil e exigente em seu futuro, o candidato que já passou da idade máxima para trabalhar na PM pode encontrar empecilhos em seu caminho antes mesmo de passar no concurso.

O Teste de Aptidão Física, por exemplo, é conhecido por ser difícil e eliminar diversos candidatos de uma só vez. Quem está acima do limite de idade pode encontrar dificuldades já nessa etapa.

Isso não quer dizer, de maneira nenhuma, que uma pessoa acima dos 30 não tenha qualquer capacidade de ser ativa, mas sim que, a partir dessa idade, seu corpo está envelhecendo.

E ainda que existam pessoas com mais de 50 anos que sejam mais fortes, ágeis e ativas do que muitas pessoas de 20, para fins de nivelamento, utilizar a idade cronológica faz mais sentido para os concursos.

No entanto, definindo qual a idade máxima para entrar na polícia militar, o concurso não está cometendo uma discriminação e, portanto, indo contra a lei? Alguém que já passou dessa idade pode prestar o concurso?

Quem está acima da idade máxima pode prestar o concurso?

É importante ressaltar que, nos editais de concursos públicos de todos os estados, é explicado que a idade máxima é definida conforme o estabelecido na lei que mencionamos acima. Ou seja, apesar do requisito, ninguém pode ser impedido de prestar esse concurso por causa de sua idade.

Em outras palavras, se um candidato com mais de 30 ou 35 anos for aprovado em todas as etapas do concurso da polícia militar, não há porque eliminá-lo por causa de sua idade, já que o requisito de idade máxima está relacionado exclusivamente ao seu desempenho nas provas, especialmente no Teste de Aptidão Física.

Porém, quem tem acima de 30 anos e resolve fazer o concurso deve procurar o Judiciário, ou entrar em contato com seu advogado, para que se decida o que podem fazer sobre o pré-requisito.

E se você  já ultrapassou a média de idade máxima para os concursos da Polícia Militar e, mesmo com a possibilidade, não está disposto a lutar na Justiça para garantir sua vaga?

Bom, nesse caso, não se desespere, você tem diversas outras opções de concurso para realizar o sonho da estabilidade financeira.

Mas, qual concurso escolher?

Além de você poder fazer outros concursos da área policial, existem ainda outras 6 áreas de estudos para concursos públicos, entre as mais populares, encontramos:

  • Jurídica
  • Bancária
  • Controle
  • Tribunais
  • Fiscal, entre outras.

Definir qual caminho você vai seguir será importante para começar a estudar para concurso público. Afinal, quanto mais especialista você estiver em uma área, mais preparado para as provas, você estará.

Agora, se você realmente escolheu a área policial e vai se preparar para a Polícia Militar, Civil ou Federal, dentre outros, comece conhecendo quais são os melhores materiais de estudo! Você encontra a indicação dos melhores materiais e professores do mercado em nosso ebook:Bibliografia para concursos públicos da ÁREA POLICIAL (PF, PRF, DEPEN, PC-DF) – Alexandre Meirelles”.

Quais são os outros pré-requisitos para entrar na polícia militar?

Qual a idade máxima para entrar na Polícia Militar

Depois de deixar as questões de idade de lado, você deve se preocupar, também, com os outros pré-requisitos exigidos para assumir o cargo. Mais uma vez, como a PM é um órgão estadual, cada concurso de cada estado terá suas próprias exigências, e você deve conferir o edital para descobrir quais são seus requisitos.

Porém, algumas dessas exigências são mais comuns, aparecendo quase sempre nos editais. Por exemplo:

Exigências básicas do concurso da PM

Entre as exigências básicas do concurso da polícia militar, estão aquelas que são comuns a todos os concursos: ser brasileiro nato ou naturalizado, ter mais de 18 anos (antes da data de matrícula no curso de formação) e estar em dia com suas obrigações militares – se você for do sexo masculino – e eleitorais.

Habilidades necessárias

É preciso comprovar algumas habilidades com documentação para fazer a prova, como Carteira Nacional de Habilitação de categoria B, no mínimo, podendo ser a provisória; e o diploma do Ensino Médio ou algo equivalente, desde que seja reconhecido por uma instituição certificada pelo Ministério da Educação.

Alguns cargos específicos podem exigir formação em Ensino Superior. Fique de olho no edital!

Saúde em  dia

Você vai passar por avaliações de saúde física e mental, além do teste de aptidão física. Estar com a saúde em dia é um requisito importante para poder assumir o cargo.

Boa conduta

Você vai trabalhar para a polícia militar e, portanto, nada mais normal do que ter sua conduta cobrada. Não possuir antecedentes criminais é o mínimo. Apresentar uma boa conduta social também é indispensável.

Além disso, você não pode ter sido desligado ou excluído de qualquer instituição das Forças Armadas por atos de improbidade e não pode ter tatuagens ou qualquer outra expressão permanente no corpo que faça referências a uso de drogas, violência ou envolvimento com quaisquer organizações criminosas.

Para saber mais sobre os requisitos e checar se esses mencionados aqui valem também para o seu estado, não deixe de conferir o respectivo edital.

Respeitar os requisitos para um concurso público é muito importante, mas também é preciso entender esses requisitos e compreender que são sua disposição e suas habilidades que vão fazer uma diferença real no seu desempenho.

Sobre isso, talvez você queira outras dicas para passar no concurso da Polícia Militar, afinal, para chegar até as etapas após a prova, é preciso, primeiro, passar por ela. Para isso nós indicamos o artigo; “8 dicas de como passar no concurso da PM”.

Além das sugestões listadas no conteúdo indicado, é importante que você abra seu leque de opções para se preparar para as provas. Neste quesito, uma das opções é conhecer os melhores cursos para concurso ou investir em uma formação mais focada e individual, por meio de mentorias.

Com a mentoria você conta com a experiência de profissionais que já passaram em dezenas de concursos e que ajudaram a aprovar outros milhares de concurseiros.

No Método de Estudo criamos a Liga da Aprovação Policial, uma mentoria personalizada e específica para concursos da área policial, liderada e ministrada por nosso grande mestre Alexandre Meirelles.

O objetivo deste trabalho é otimizar o seu tempo e acelerar sua preparação, para que possa ser aprovado mais rapidamente.

Não é coaching. O trabalho de mentoria permite a criação de modelos de estudos únicos, personalizados e eficientes.

Está incluso na Liga Policial:

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  • Descontos nos serviços de nossos parceiros e professores,
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Quem encabeça esse trabalho de mentoria? Nosso grande mestre e Especialista, Alexandre Meirelles. Você irá contar com toda a experiência que já ajudou a aprovar centenas de alunos diretamente, além de milhares de alunos indiretamente, com palestras, webnários, manual do concurseiro etc.

Está com dúvidas se entrar na Liga da Aprovação Policial vale a pena? Então nós te desafiamos. Se você não estiver satisfeito depois de 21 dias de uso de nossa mentoria, nós devolvemos o seu dinheiro. Você não vai nem precisar explicar porque preferiu parar.

Qual a idade máxima para entrar na Polícia Militar

Quer mais dicas de como se preparar e estudar para concurso público na área policial? Confira nossa bibliografia exclusiva!

13 erros de português mais comuns entre os concursandos

Dominar a gramática, interpretar textos e escrever uma boa redação são competências indispensáveis para se garantir em qualquer cargo público. Por isso, conhecer os erros de português mais comuns deve ser uma missão dos concursandos.

Primeiramente, é necessário dizer que existem muitas pessoas que deixam para estudar português por último, até mesmo nas semanas que antecedem as provas.

Isso acontece porque os concurseiros costumam achar que, por ser a nossa “língua materna”, o português é moleza.

No entanto, a língua reúne diversas regras, condições e detalhes que podem, sim, te confundir e atrapalhar o sonho da aprovação.

É muito comum que o candidato leia os textos apenas uma vez e assinale a resposta achando que já entendeu tudo.

Mas cuidado! Assim como as disciplinas específicas, a Língua Portuguesa demanda dedicação e atenção para ser estudada.

Pensando nisso, elenquei os 13 erros de português mais comuns entre os concursandos para que você não venha a cometê-los. Confira!

1. Onde x Aonde

Este, sem sombra de dúvidas, é o primeiro dos erros de português mais comuns entre os concursandos.

Primeiramente, é necessário entender que “onde” dá a ideia de permanência e lugar. Por exemplo:

  • “Onde você nasceu?”

Portanto, “onde” deve ser utilizado somente para substituir vocábulo que expressa a ideia de lugar.

Em uma redação, para evitarmos a repetição do uso desses advérbios, podemos usar os seguintes pronomes relativos: ‘’em que’’, ‘’na qual’’ ou ‘’no qual’’.

Já o “aonde” é um advérbio, mas não deve ser utilizado quando a ideia for de lugar, no sentido de localização, mas quando transmitir a ideia de movimento.

Portanto, preste atenção aos verbos, pois os que indicam movimento, tais como: ir, chegar e dirigir pedem o uso de “aonde”. Exemplo:

  • Aonde você irá depois das visitas?

“Onde” refere-se apenas a um lugar físico!

Outro erro muito recorrente do uso do “onde” é utilizá-lo para referenciar outros fatores. Dessa forma, o “onde” deve ser usado apenas para indicar lugares físicos.

Em muitos casos, você deve utilizar, como falado anteriormente, pronomes relativos: ‘’em que’’, ‘’na qual’’, ou ‘’no qual’’.

2. Outro dos erros de português mais comuns é o uso do “através”

O termo “através” é utilizado, com muita frequência, erroneamente. Isso porque a palavra “através” é classificada como um advérbio e significa “aquilo que passa de modo transversal”, “que se pode atravessar”.

Como exemplo, podemos citar:

  • Vi o meu marido chegando bêbado em casa através do olho mágico da porta.

Sendo assim, a locução “através de” possui significado ligado a movimento físico, porque indica a ideia de atravessar.

Dessa forma, se você deseja passar a ideia de “por intermédio de”, deve utilizar as expressões “por meio de”, “mediante”, entre outros.

Esses termos estão relacionados à ideia de instrumento, utilizado na execução de determinada ação. Exemplo:

  • Conheci minha namorada por meio de amigos.

3. Uso do “mesmo”

Diz a gramática que não se deve usar a palavra “mesmo” como pronome pessoal. Para se ter uma ideia, a famosa frase “antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado no andar”, apresenta um erro no uso do “mesmo”.

A placa que encontramos na porta dos elevadores é consequência de leis municipais aprovadas pelas Câmaras de Vereadores de cada cidade, como a de São Paulo.

E a lei estendeu-se por todo o país, difundindo o erro de gramática em edifícios de todo o Brasil.

Na verdade, o pronome “mesmo” tem a função de retomar uma oração ou reforçar um termo de natureza substantiva. Por exemplo:

  • Ele é uma pessoa extremamente estudiosa e espera que eu faça o mesmo.
  • Eu mesmo que multei a empresa.

4. Mas x mais

Esse é um dos erros de português mais comuns e também um daqueles que mais saltam aos olhos de quem lê.

Em resumo, apesar da sonoridade parecida, essas palavras têm funções completamente distintas.

A palavra “mais” possui como antônimo o “menos”. Nesse caso, ela indica a soma ou o aumento da quantidade de algo.

Já a palavra “mas” pode desempenhar o papel de substantivo, conjunção ou advérbio.

Como substantivo, o “mas” está associado a algum defeito. Por exemplo:

  • Nem mas, nem meio mas, faça já seus deveres de casa.

Como conjunção adversativa, por sua vez, o “mas” é utilizado quando o locutor quer expor uma ideia contrária a que foi dita anteriormente. Exemplo:

  • Estudo há anos, mas ainda não fui aprovado em um concurso público.

Nesse caso, ela possui o mesmo sentido de: porém, todavia, contudo, entretanto, contanto que, etc.

Como advérbio, o “mas” é empregado para enfatizar alguma informação. Exemplo:

  • Ela é muito dedicada, mas tão dedicada, que trabalhou anos como analista.

5. Agente x a gente

Acredite, esse é um dos erros de português mais comuns, embora a diferenciação entre os termos pareça muito fácil.

Em primeiro lugar, quando utilizamos o substantivo comum agente, queremos dizer uma pessoa que faz alguma coisa, ou seja, o agente da ação.

Em suma, pode indicar também uma pessoa que administra uma agência, um intermediário em negociações comerciais, um agente secreto ou um guarda policial. Por exemplo:

  • Eu sou Agente Fiscal de Rendas do estado de São Paulo.

Já quando utilizamos a locução pronominal a gente, queremos dizer nós, sendo uma locução semanticamente equivalente a esse pronome pessoal. Indica também todas as pessoas em geral.

  • A gente costuma estudar em grupo para concursos.

6. Cada

Esse é um dos erros de português mais comuns que quase ninguém percebe que fez errado.

O termo “cada” é um pronome que só se deve usar acompanhado de substantivo, vale dizer que só deve ser empregado como pronome adjetivo: cada homem, cada mulher. Exemplo:

  • São três provas de 80 questões cada uma. -> certo.
  • São três provas de 80 questões cada. -> errado.

7. Uso do apóstrofo

O uso errôneo do apóstrofo também é cometido por muitos concursandos. Em geral, vejo várias escritas erradas, como em: “Vou prestar concurso para os TRE’s”. A expressão correta é TREs.

Assim sendo, é necessário especificar quando o apóstrofo deve ser usado:

Para indicar contração ou aglutinação entre uma preposição e um elemento, quando este elemento pertencer a um conjunto vocabular distinto:

  • d’Os Lusíadas;
  • d’Os Sertões;
  • n’Os Lusíadas;
  • pel’Os Sertões.

Para indicar uma contração ou aglutinação vocabular, quando um elemento é forma pronominal e se quer lhe dar realce com o uso de maiúscula:

  • d’Ele;
  • n’Ele;
  • d’Aquele;
  • d’O;
  • n’O;
  • pel’O;

Nesses casos, a forma masculina, é aplicável a Deus, a Jesus etc.

Além disso, o apóstrofo é usado para representar a elisão das vogais finais “o” e “a” nos nomes de santos, quando importa representar essa elisão. Logo, é correto escrever: Calçada de Sant’Ana, Rua de Sant’Ana, ordem de Sant’Iago.

Por fim, o apóstrofo também é usado para indicar, no interior de certos compostos, a supressão do “e” da preposição “de”, em combinações com substantivos:

  • estrela-d’alva;
  • copo-d’água;
  • mãe-d’água;
  • caixa d’água.

8. Mais x maiores

Esse é um dos erros de português mais comuns entre os concursandos que não refletem se estão desejando informar quantidade ou tamanho na frase.

Um exemplo recorrente são as expressões “mais informações” e “maiores informações”.

O correto é usar a expressão “mais informações’, pois refere-se à quantidade, acrescentando mais detalhes e informações.

A palavra “maiores” é empregada para mensurar tamanho e peso e, portanto, está errada na sentença.

9. A ver x haver

Esse é um erro que, com toda certeza, irá descontar bons pontos na sua prova de redação ou prova discursiva se você cometê-lo.

Tem a ver é uma forma conjugada da expressão ter a ver, que é usada para referir algo que está relacionado ou diz respeito a alguma coisa.

Assim, tem a ver é sinônimo de:

  • está relacionado com;
  • diz respeito a;
  • tem relação com;
  • corresponde a;
  • tem que ver.

O verbo haver corresponde ao sentido de ter, de posse e, às vezes, pode ser conjugado no sentido de “existir”.

10. A x Há

Com o “h” o “há” representa uma forma do verbo haver. Assim, podemos utilizar o “há” quando o verbo haver é impessoal (sem sujeito) e possui o sentido de “existir”.

Além disso, essa forma verbal é conjugada na terceira pessoa do singular do presente do indicativo. Por exemplo:

  • Há muitos erros nesta prova.

Já o “a” é um artigo definido utilizado antes de substantivos e é diferente do “há” que indica um tempo passado, esse é utilizado para falar de uma ação futura.

Além do mais, ele é empregado quando estamos nos referindo a distância.

  • Daqui a três anos irei para o Paraná.
  • Estamos morando a cinco quilômetros do metrô.

Tome cuidado com a redundância do “há” e do “atrás”

Outro ponto de atenção é o uso de expressões como “há dois anos atrás”. Está errado porque o uso do “há” já denota sentido de passado, logo, o termo “atrás” torna a frase redundante.

Outros exemplos são: “elo de ligação”, “encarar de frente”, “entrar pra dentro” e “subir para cima”.

11. Desmitificar x Desmistificar

Sim, a palavra “desmitificar” existe e é um erro de português bem comum entre os concursandos.

Primeiramente, desmistificar significa retirar o caráter místico de algo, ou seja, retirar o caráter misterioso e enganador de algo. Como exemplo, podemos citar:

  • Mais cedo ou mais tarde iremos desmistificar suas mentiras.

Por sua vez, o verbo desmitificar se refere ao ato de desfazer um mito, de retirar o caráter de lenda de alguém ou de alguma coisa, como de uma entidade considerada superior, tornando-a comum.

  • É essencial desmitificar a extrema magreza como ideal de beleza.

12. Qualquer x Nenhum

Você não deve utilizar o termo “qualquer” em frases de sentido negativo, mas sim a palavra “nenhum”. Veja exemplos de errado e certo, respectivamente:

  • Não vejo qualquer risco de não me dar bem nessa prova.
  • Não vejo nenhum risco de não me dar bem nessa prova.

13. Mal x mau

Mau é sempre adjetivo, e significa “ruim”, “imperfeito”, que causa prejuízos. É antônimo de bom, faz o plural com maus e o feminino é má.

Já mal, pode ser classificada como advérbio de modo, quando significa “incorretamente”, “erradamente”. Nesse caso, é invariável e seu antônimo é o advérbio bem. Exemplos:

  • A luta entre o bem e o mal nunca acaba.
  • Comemos muito mal durante a viagem.
  • Nas histórias, as madrastas sempre são más, isto é, têm o coração mau.
  • Quem é mal-humorado está sempre de mau humor!

Em resumo, a prova de português não deve ser subestimada por quem acha que já domina a língua.

Como você pôde ver, são alguns erros bobos que podem comprometer a sua nota, por isso, estude muito!

Por fim, você tem dúvida em mais algum dos erros de português mais comuns que não foi sanada aqui? É só comentar que nós vamos tentar te ajudar!

Um abraço, Alexandre Meirelles.

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