Posso prestar concurso antes de me formar na faculdade?

Muitos estudantes de nível superior desejam ingressar na carreira pública assim que conquistarem o diploma de formação. Dessa forma, ansiosos pela estabilidade, muitos se perguntam: “será que posso prestar concurso antes de me formar?”.

De fato, todo estudante universitário que deseja ser concursado, fica em uma encruzilhada quando aquele tão desejado concurso abre antes do previsto, ou seja, antes de ter concluído a graduação

Assim, é normal ficar sem saber se participa ou não do certame, já que a exigência é de que o candidato seja diplomado para assumir o cargo.

Além do mais, conciliar a rotina de estudos da faculdade com a de concurso nem sempre é tão simples e, às vezes, exaustiva.

Como a dúvida “posso prestar concurso antes de me formar” é recorrente, resolvi falar sobre ela. Continue a leitura!

Posso prestar concurso antes de me formar? Sim! (mas verifique o edital)

Se você pretende tentar um cargo de nível superior, estando ainda na faculdade, procure entender o edital.

O edital é a lei do seu concurso, logo, o que está publicado nele não será alterado, desde que ele esteja de acordo com a lei.

No entanto, é normal constar nos editais que o candidato precisa apresentar o seu diploma de formação somente no momento da posse do cargo. 

Ou seja, é possível prestar o concurso, obter a aprovação, antes mesmo de se formar, conquistar a vaga e continuar a graduação até a data da nomeação ao cargo.

A nomeação, em geral, geralmente leva certo tempo após a homologação do resultado, dependendo da necessidade imediata de pessoal no órgão.

A súmula do STJ e as exceções

Existe uma súmula do Superior Tribunal de Justiça que define a regra nesse caso:

Súmula 266: “O diploma ou habilitação legal para o exercício do cargo deve ser exigido na posse e não na inscrição para o concurso público.”

No entanto, existem exceções, como é o caso dos concursos para Juiz e Promotor, que exigem que o candidato apresente os documentos de graduação e titulação logo no momento da inscrição.

Isso porque de acordo com a Emenda Constitucional nº 45/2004 candidatos a cargos da magistratura devem possuir, no mínimo, 3 anos de experiência comprovada na área jurídica.

Dessa forma, mesmo que o edital de abertura exija a apresentação do diploma na data da inscrição, se os cargos abertos não forem da área da magistratura, não há base legal para exigência do seu diploma de ensino superior no ato da inscrição.

Se, mesmo assim, o certame insistir, mesmo não sendo de magistratura, cabe recurso administrativo por parte do candidato.

Assim sendo, a resposta para a dúvida “posso prestar concurso antes de me formar?” é: sim! Desde que você tenha concluído o curso e tenha o certificado de conclusão do curso em mãos até a posse.

Você pode, primeiramente, pensar em cargos de nível médio

Se você acredita que não conseguirá se formar até a possível data de posse do concurso almejado, vá com calma.

Alguns concursos não geram impedimento algum para estudantes universitários que desejam a vida de concursado.

É o caso de alguns certames de nível médio bem renomados, como Técnico Judiciário, Técnico do INSS e mais.

Se você até mesmo mentaliza um cargo de nível superior no futuro, pode já começar a tentar algum de nível médio ainda na faculdade, como um concurso escada.

Afinal, além de te oferecer estabilidade para estudar depois, sua graduação será muito mais confortável com um bom salário. 

Dessa forma, se você quer ser concursado o quanto antes, comece apostando nos concursos de nível médio.

Neste caso, não haverá nenhum empecilho de documentação, apenas será necessário muita força de vontade da sua parte para conciliar faculdade e estudos para concursos.

Forme-se o quanto antes!

Se há um conselho de amigo que posso te dar é jamais atrasar a sua formatura. Forme-se o mais rápido possível.

Principalmente quando você não se identifica mais com a carreira, estude para conquistar logo o diploma e perseguir seus sonhos.

Não há por que ficar perdendo tempo com uma formação que te deixa infeliz e saturado.

Por mais que haja desânimo, estude, não reprove nas disciplinas e conquiste seu diploma. Esse será o caminho mais fácil para dedicar-se integralmente ao concurso dos sonhos.

Quanto antes você tiver seu título de ensino superior em mãos, mais rápido poderá estudar com afinco e, o quanto antes, será concursado, realizado e feliz.

Eu sofri com o atraso do meu curso de graduação na pele. Eu comecei a estudar para concursos fiscais ainda na graduação, mas deixei de lado as disciplinas e reprovei em algumas.

O resultado? Fui aprovado para Fiscal do Estado de Minas Gerais em 1994 e nomeado. No entanto, não pude assumir porque não consegui me formar a tempo.

Dessa forma, vale muito a pena começar seus estudos na graduação, mas garanta que você terá o diploma em mãos o quanto antes, para não colocar tudo a perder na nomeação.

Comece a estudar pelas disciplinas básicas da área

Conciliar os estudos da faculdade com os do concurso não é fácil. Mas você pode começar pelas disciplinas básicas.

Dessa forma, se você almeja um concurso da área Fiscal, por exemplo, comece a estudar pelas matérias que são básicas da área.

Comece, principalmente, pelas disciplinas que são menos decorebas, para que você forme uma base forte.

São exemplos de algumas disciplinas básicas pelas quais você pode começar:

Dessa forma, mesmo que você continue estudando para o concurso depois da formatura, você já estará bem adiantado.

Isso quer dizer que, provavelmente, você não precisará passar anos e anos desempregado até ser aprovado.

Lembrando que um bom desempenho nas disciplinas básicas é que será decisivo para a sua aprovação!

Dê a largada com o pé direito já durante a graduação

Meu amigo, eu te dou os parabéns por, já na faculdade, em meio à tanta luta, almejar ser concursado.

E eu sei muito bem que não é fácil manter essa jornada dupla de estudos. Por isso, mais do que nunca, você merece apoio para estudar.

Isso significa ter orientação para buscar bons métodos de estudo, materiais, organizar a rotina e mais.

Dessa forma, eu recomendo você investir parte da sua mesada, bolsa ou economias em uma mentoria para concursos nessa fase.

Geralmente ofertadas online, as mentorias contam com profissionais qualificados prontos para ajudá-lo durante os desafios da preparação.

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Quero me inscrever e aproveitar as vantagens da Liga da Aprovação

Por fim, meu amigo, agora que você já sabe a resposta da dúvida “posso prestar concurso antes de me formar”, fica o conselho: se você já está no último semestre de seu curso e prestes a acabá-lo, estude! Existe a grande chance de já ter seu diploma em mãos caso seja aprovado e chamado. 

Sendo assim, não desperdice essa chance de fazer o concurso que deseja.

Um abraço, Alexandre Meirelles.

Grupo de estudos para concursos: vale a pena estudar com colegas?

Uma pergunta que volta e meia chega até mim, seja pelas redes sociais ou em encontros, é se fazer um grupo de estudos para concursos vale a pena e funciona.

Essa é uma pergunta tão recorrente que, para você ter uma ideia, se transformou em um capítulo do meu livro “Como estudar para concursos”.

É fato que algumas pessoas nunca tiveram o hábito de estudar em conjunto. 

Mas também há um grande número de estudantes que o fizeram não só no colégio, mas também na faculdade e agora pensam em fazer durante a preparação para concursos.

Para avaliar se o grupo de estudos para concursos funciona para você, é essencial conhecer bem as desvantagens e as vantagens do estudo coletivo para, posteriormente, aplicar ou não este método de estudo.

Assim sendo, separei algumas percepções que eu tenho sobre a formação de grupos de estudo para concursos. Confira!

Avalie a sua realidade antes de participar de um grupo de estudos para concursos

A primeira coisa que você deve avaliar antes de formar um grupo para concursos é a sua realidade enquanto concurseiro.

Você só deve procurar colegas para estudar e dividir experiências caso já tenha um boa bagagem individual de estudos.

Além disso, você só deve frequentar um grupo de estudos para concursos caso sua carga horária seja ampla.

Ou seja, apenas quando você não trabalha, só estuda, ou quando trabalha em meio horário e não possui preocupações com filhos e casa.

Em resumo, só se você tiver 30 a 40 horas líquidas semanais de estudo é que você pode pensar em também estudar em grupo.

Caso contrário, a sua prioridade deve ser dedicar-se individualmente aos livros, aproveitando o pouco tempo que tem para escalar sozinho o seu aprendizado.

Forme um grupo de estudos de qualidade

Se você vive o cenário em que há tempo de sobra para compartilhar experiências e conhecimento, busque formar um grupo de estudos para concursos de alta performance.

Isso significa procurar pessoas que atendam aos seguintes critérios:

  • empenho/compromisso;
  • mesmo nível de conhecimento que o seu.

Isso é importante porque, caso você se envolva com pessoas que fazem “corpo mole”, a última coisa que irá ocorrer em grupo é estudar e aprender. 

Quanto ao segundo critério, se você ainda é iniciante, dificilmente conseguirá pegar o ritmo de quem já estuda há anos e, assim, o efeito pode ser o contrário: frustração.

O mesmo conselho vale caso você esteja adiantado: pense muito bem antes de aceitar no grupo aquele concurseiro que está começando.

Afinal, sendo bem sincero, concurso não é para se prejudicar a fim de “carregar” o próximo. O grupo serve única e exclusivamente para o seu aprendizado e dos colegas.

Não vá estudar com iniciantes por conta de ego, para provar que você sabe mais. Os grupos de estudos para concursos devem engrandecer a sua preparação, apenas isso.

Grupos online são mais eficientes

Antes, quando falávamos em estudar em grupo, a imagem que nos vinha à cabeça era do grupo reunido na cozinha, estudando, comendo bolo e tomando café.

No entanto, agora você não precisa se limitar aos concurseiros vizinhos. É possível formar um grupo de estudos para concursos online com gente de todo lugar a fim de trocar pílulas de conhecimento.

Reuniões via Skype, por exemplo, tendem a ser mais produtivas, uma vez que você não precisa se deslocar até um ponto de encontro do grupo.

Vocês também podem começar determinando um tempo de duração para a reunião, a fim de que o tempo não seja desperdiçado com assuntos paralelos.

Pouco tempo para estudar? Esqueça o grupo de estudos!

Volto a enfatizar que, caso você só tenha um período do dia para estudar (como as noites e os finais de semana para quem trabalha), abandone a ideia de estudar em grupo.

Afinal de contas, precisamos ser sinceros: em muitos momentos, o estudo em grupo envolve um longo tempo sem produtividade, com distrações e conversas nada relacionadas ao conteúdo de estudo. 

Quem nunca passou por isso? Atividades coletivas sempre podem ser problemáticas quando envolvem esse cenário.

Além do mais, desenvolver gosto por estudos em grupo envolve o risco de criar dependência relacionada à prática. 

Em outras palavras, você pode não conseguir mais resolver exercícios ou ter bom desempenho sem a ajuda de companheiros.

Dessa forma, está permitido vez ou outra se reunir em um sábado de manhã para trocar experiências. Todos os dias, não.

Eu nunca vi ninguém passar em um concurso concorrido estudando em grupo todos os dias. O determinante para a sua aprovação é o seu desempenho individual!

Grupo de estudos deve ter regras rígidas

Ao manter um grupo de estudos para concursos, é importante ter a dinâmica de funcionamento dos encontros bem organizada.

Dessa forma, é essencial que todos os membros respeitem o horário de encontro. E, em caso de atraso, determine que é melhor a pessoa nem aparecer. Caso contrário, a chegada atrasada poderá afetar o raciocínio e as discussões do grupo.

Além disso, determine o tempo de duração dos encontros. Isso ajuda a focar no estudo e não perder tempo com assuntos paralelos.

Se alguém tiver a fim de bater papo, tudo bem ser o “chato” e pedir que deixe os encontros.

O mesmo vale para aqueles concurseiros extremamente desanimados, que podem afetar a motivação do grupo. Não se reúna com quem possa atrapalhar a sua energia para os estudos.

Afinal, vale a pena manter um grupo de estudos para concursos?

Sim, vale a pena manter o grupo de estudos caso você tenha tempo de sobra para estudar, se já acumula uma boa bagagem de conhecimento e tem colegas no mesmo nível de desempenho que você.

Atendendo a esses critérios, a experiência tende a ser muito proveitosa.

Afinal, o conjunto de concurseiros te oferece a pluralidade de visões, ou seja, a presença de perspectivas diferentes. 

Muitas vezes ficamos estagnados em um problema ou exercício por estarmos acostumados a abordá-los por meio de uma única visão.

Nesse momento, uma perspectiva diferenciada pode ser decisiva para oferecer ajuda e demonstrar uma nova maneira de chegar à solução.

No entanto, se o seu tempo de estudo for cada vez mais raro, o estudo individual e bem organizado é a melhor alternativa.

Sem tempo para grupos? Procure outras formas de apoio!

Não é porque você está sem tempo para grupos que você está sozinho durante a preparação para os concursos.

Já que você não consegue marcar encontros com outros concurseiros, já pensou em procurar os suporte de professores e mentores?

É por isso que existem os programas de mentoria para concursos públicos. Geralmente ofertadas online, as mentorias contam com profissionais qualificados prontos para ajudá-lo durante os desafios da preparação.

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Que tal testar a Liga para ter um estudo mais otimizado e produtivo?

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Estuda em um grupo de estudos sério e comprometido? Compartilhe as suas experiências nos comentários.

Um abraço, Alexandre Meirelles.

Como aumentar o percentual de acertos em questões de concursos?

Todo concurseiro sabe que a aprovação é resultado de bastante treino, o que significa desenvolver questões frequentemente. Por isso, muitos desejam saber como aumentar o percentual de acertos em questões.

De fato, fazer questões da última prova do seu concurso, bem como de outras provas recentes da mesma banca, é uma atitude imprescindível para o sucesso.

Afinal, como já falamos em outro artigo, ao resolver questões de concursos públicos, você ativa ainda mais o hemisfério esquerdo do cérebro.

E é esse lado que  é conhecido como o “cérebro acadêmico”, por conter áreas responsáveis pelo raciocínio lógico, fala e matemática.

Além disso, é por meio das questões que você percebe quais conteúdos são recorrentes e têm muita chance de serem cobrados novamente.

Assim sendo, se você vive errando questões por bobeira, continue a leitura. Vou dar algumas dicas sobre como aumentar o percentual de acertos em questões. Confira!

Com qual percentual de acertos eu posso passar para o próximo assunto?

Uma das grandes preocupações dos concursandos é saber quantas questões deve acertar de um assunto para, enfim, pular para o próximo.

Por exemplo, ao estudar Atos Administrativos, dentro da disciplina de Direito Administrativo, você se depara ao final com uma lista de questões e começa a resolvê-la.

No entanto, ao conferir o gabarito, você fica na dúvida se pode prosseguir ou se deve estudar mais o tema.

Nesse caso, qual é o percentual de acertos em questões ideal para que seja possível prosseguir na disciplina?

Eu diria que no mínimo, você deve acertar 2/3 das questões – pelo menos 66%, 70% do total.

Não consigo chegar a este índice. E agora?

Se você está com a matéria fresca na memória e não está atingindo esse percentual de acertos em questões de concursos, algo está errado.

Nesse caso, você precisa ver se você realmente entendeu o assunto. Caso contrário, é hora de estudar mais, assistir a mais aulas e até mesmo rever seus métodos de estudo.

Sua atenção deve ser redobrada quando se trata das principais disciplinas do seu concurso.

Caso seja uma disciplina secundária, que é difícil de cair muitas questões, você pode até seguir acertando pelo menos 50% das questões.

No entanto, quando se trata de um dos temas importantes do seu certame, é hora de parar e ver o que está errado.

Assim sendo, pode ser um indicativo de que:

  • a qualidade do seu material não está das melhores;
  • que você não está entendendo e decorando as principais partes do conteúdo;
  • que você irá precisar da ajuda de um professor por meio de aulas.

Dessa forma, para aumentar o percentual de acertos em questões, revise todos os esses aspectos, a fim de potencializar seu aprendizado.

O que você não pode deixar acontecer, de forma alguma, é manter uma média baixa de questões em todas as disciplinas.

Caso contrário, você se verá em uma bola de neve de dúvidas!

É normal ter mais facilidade em alguns assuntos

Também é normal ter um desempenho altíssimo em certas disciplinas, com 90% de acertos, enquanto outros dificilmente você ultrapassa a casa dos 60%.

No caso das disciplinas em que seu desempenho é mediano, você deve verificar por que acertou menos.

Não é vergonha nenhuma admitir que não entendeu nada do conteúdo e, assim, ter que procurar mais aulas e materiais de apoio.

Entenda, também, quando você está errando de bobeira. Nesse caso, é ter atenção redobrada aos detalhes e fazer mais questões do mesmo estilo, que cobram justamente esses pontos em que você vem deslizando.

Ao acabar de estudar, o percentual de acertos é maior

É importante destacar que, ao acabar de estudar, você provavelmente terá um percentual de acertos maior nas questões do assunto.

Isso porque a teoria está toda fresca na sua cabeça, fazendo com que você acerte até mesmo as questões de decoreba.

Com o passar dos dias, se você repetir a mesma lista de exercícios, poderá observar uma queda no desempenho.

Isso porque a decoreba exigida por algumas questões já não está mais tão fresca na sua mente.

Entretanto, essa é uma excelente oportunidade de revisar o conteúdo, voltando na disciplina para procurar os pontos que você errou e fixá-los novamente.

Tenha como meta acertar mais de 80% das questões

Para se considerar o “mestre” em uma disciplina, busque pelo menos de 80% a 90% de acertos nos exercícios.

Aliás, essa é uma meta que você deve buscar trabalhar sobretudo nas disciplinas principais.

Afinal, quase todos os concursos mais concorridos exigem pelo menos uns 80% de aproveitamento para ficar entre aqueles concursandos que competem pela aprovação.

Logo, defina quais são as disciplinas principais e busque muitas listas de questões. Priorize as questões da última prova do seu concurso e as recentes da mesma banca que fará o seu.

Lembre-se de que quanto mais você acertar em casa, melhor, mas pode iludi-lo um pouco. Em casa, você terá todo o conforto e tranquilidade na hora de desenvolver questões, portanto, seu desempenho sempre será melhor.

Assim, se você atingir uma média de 90% de acertos em casa, pelo menos irá garantir 80% ou mais na prova, quando seu desempenho também poderá ser afetado por ansiedade e outros desconfortos.

Comentários de questões

Diante de questões comentadas, você não precisa ler cada explicação e comentário daquelas que acertou facilmente. 

No entanto, em caso de erros, obviamente ler a resolução é indispensável, para sanar qualquer equívoco. 

Se acertou meio na corda-bamba, a postura é a mesma: leia o comentário e entenda a explicação

Isso te ajuda a sedimentar o raciocínio e a memória para evitar vacilos futuros em questões semelhantes. 

Lembrando que as questões que você errou ou acertou, mas com insegurança, devem ser marcadas para serem resolvidas novamente depois!

Inventar minhas próprias questões é uma boa?

Muitas pessoas que sugerem que você elabore as suas próprias questões e resolva-as, para aumentar os seus acertos.

Entretanto, eu acho que essa é uma ideia contraprodutiva. Afinal de contas, se você mesmo idealizou a questão, muito provavelmente se lembrará do gabarito. 

Nesse caso, se você esgotou as questões ou não encontrou muitas, prefira estudar de maneira ativa

Conteúdos com poucas questões devem ser marcados com marca-texto, estar acompanhados de anotações, post-its etc.

As questões “bizu”

Para saber como aumentar o percentual de acertos em questões, procure aquelas que são mais interessantes, o que costumo chamar de “bizu”.

Mas como saber se uma questão é um bizu ou não? São aquelas que, em geral, se encaixam em uma das alternativas a seguir:

  • uma comum de cair em prova e que você ainda não domina muito bem;
  • uma bem complicada e que você vai acabar esquecendo caso não a resolva outras vezes;
  • uma que pode até ser relativamente fácil, mas que serve como um bom resumo da matéria;
  • uma que possui uma pegadinha perigosa e que é bom você se acostumar a se prevenir de algo parecido;
  • uma que tenha algum tópico que você erra quase sempre.

Para marcar as bizus, é só fazer uma bolinha em volta do número da questão. Assim, se for um dia resolver de novo as questões daquela lista, não perderá tempo resolvendo questões bobas. Somente terá que refazer os bizus.

Como aumentar o percentual de acertos em questões? Persista e busque apoio!

Por fim, se mantendo os seus métodos de estudo os acertos não aumentam, é hora de se mexer.

Troque de material, faça mais questões, assista às aulas novamente e mais!

Outra forma de aumentar o percentual de acertos em questões é procurando ajuda, sobretudo de quem já tem experiência com concursos.

As mentorias para concursos públicos são uma boa alternativa, uma vez que mentores podem não só tirar suas dúvidas, mas indicar bons materiais e exercícios.

Aqui no Método de Estudo, eu ofereço orientações para concurseiros na Liga da Aprovação.

Além do tira-dúvidas individualizado de questões, o programa te oferece:

  • seis meses de mentoria comigo;
  • atividades ao final de cada módulo;
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Eu tenho tanta certeza que você vai ficar satisfeito, que se você não gostar, é só me mandar um e-mail cancelando (sem explicações) em até 21 dias de uso, que eu devolvo o seu dinheiro!

Você mantém alguma outra estratégia para aumentar o percentual de acertos em questões de concursos? Compartilhe conosco nos comentários.

Um abraço, Alexandre Meirelles.

Frequência ou excelência: o que vale mais no mundo dos concursos?

Ao estudar para concursos, ter todo o conteúdo na ponta da língua é importante para deixar a concorrência para trás. Por outro lado, o aprendizado deve ser constante. Neste cenário, você se pergunta: frequência ou excelência – há uma que é mais decisiva para a aprovação? Como ter ambas?

Em resumo, estudar para concursos é uma tarefa que exige inteligência emocional. Afinal de contas, de cara você não irá absorver tudo com facilidade e poderá bater o desespero.

Dessa forma, a autoestima pode ser abalada e você começa a pensar que nunca irá conseguir, que jamais terá excelência.

Nesse caso, o que fazer? Continuar tentando? Como manter a frequência mesmo quando as coisas não estão fluindo tão bem?

Pensando em todos esses dilemas, preparei este artigo para conversar com você sobre dois elementos essenciais para o seu sucesso: a frequência e a excelência. Confira!

A excelência é o resultado da frequência

De nada adianta se desesperar quando aquela disciplina insiste em não entrar na sua cabeça. 

A excelência não é um estado alcançado da noite para o dia. Ela está diretamente relacionada à frequência.

Ou seja, não há como ser excelente sem muita persistência, o que significa uma rotina organizada e intensa de estudos.

O ditado que diz que “a prática leva à perfeição” é extremamente adequado à realidade do concurseiro.

Além disso, essa máxima é aplicada em muitos outros aspectos da sua vida. Quer um exemplo?

Se você nunca frequentou uma academia de ginástica, dificilmente começará sem fazer alguns exercícios errados e de forma alguma correrá uma maratona no dia seguinte.

Na academia, o condicionamento físico é questão de tempo e frequência (fazer aulas e musculação várias vezes na semana).

No mundo dos concursos, saber todo o conteúdo e arrasar nas questões é o resultado do estudo diário.

Aristóteles, o filósofo, explicou em uma de suas célebres frases a origem da excelência: “Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.

Dessa forma, entenda que para atingir o topo é necessário enfrentar uma árdua caminhada com tropeços e sem muitos atalhos.

Não pense que você começará estudando muito

Você já está ciente de que para obter é excelência é necessário trabalhar duro. Por isso mesmo, já colocou na agenda: estudar oito horas por dia.

Calma lá, colega. De fato, oito horas líquidas diárias é um sonho de desempenho, mas dificilmente você vai alcançar essa média logo de cara.

Você provavelmente irá começar estudando 2, 3 horas por dia. Depois, vai acontecer de ter dias em que você não vai estudar nada.

Principalmente se você não tem o costume de estudar, “entrar em forma” nos estudos levará tempo. 

No entanto, persista. Vá aumentando pelo menos meia hora por dia para que você consiga, o quanto antes, ter o aproveitamento de seis ou até mesmo oito horas diárias.

É claro que o aumento das horas líquidas também é consequência de conhecer os principais métodos de estudo que funcionam para você.

Isto é, se você aprende melhor com aulas, lendo, fazendo resumos, exercícios e mais!

Comece trabalhando com metas diárias e semanais de estudo e se organizando ao máximo para cumpri-las.

Depois, vá aumentando gradativamente – isso, é claro, sem deixar de reservar um período para descanso, atividades físicas e mais.

Com ritmo, é hora de buscar a excelência

Com a prática diária, testando os métodos que funcionam para você, aí sim é hora de manter uma constância e buscar a excelência.

Aí começa a busca pela aprovação: com um ritmo de estudo, sabendo quantas horas você consegue estudar por dia etc.

No entanto, lembre-se de que não é porque você conhece alguém que foi aprovado estudando seis horas diárias que você deve evitar estudar mais se tiver tempo.

Busque manter o melhor desempenho possível dentro do tempo que você tem disponível, levando em conta a sua disposição.

Quem tem o dia todo livre, sem precisar trabalhar e/ou sem família para cuidar, o ideal é ir, aos poucos, se desafiando até alcançar as oito horas diárias.

Estudar para concursos requer manter um bom ritmo

É importante ressaltar que de nada adianta estudar seis horas líquidas hoje, seis horas amanhã e depois passar uma semana toda longe dos livros.

A frequência ideal é a diária, mesmo que haja dias com menos horas disponíveis do que outros.

Você deve manter uma frequência que seja saudável para você, mantendo um período dedicado à vida social e à saúde, mas sempre com consistência.

Frequência ou excelência? Tenha apoio para alcançar as duas!

Principalmente para quem está começando a estudar para concursos, estabelecer uma frequência não é tarefa fácil.

Da mesma forma, você também deve conhecer hábitos e atividades que irão levá-lo à excelência e, às vezes, a falta de experiência pode deixá-lo perdido.

Assim sendo, uma dica importante é buscar dicas e orientações com colegas mais experientes, sobre o que funciona para eles, testando as possibilidades para você.

A outra opção é buscar um programa de mentoria para concursandos. Aqui no Método de Estudo, eu ofereço orientações para concurseiros que buscam frequência e excelência na Liga da Aprovação.

A Liga é o programa perfeito para quem busca organizar a rotina de estudos e buscar consistência na jornada como concursando.

O programa, que é para diversas áreas de concursos, envolve:

  • Seis meses de mentoria comigo;
  • Atividades ao final de cada módulo;
  • Descontos nos serviços de nossos parceiros e professores,
  • Tira-dúvidas individualizado e muito mais.

Portanto, se você está pronto para buscar a aprovação, saiba que podemos – e muito – te ajudar na realização deste sonho.

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Por fim, compartilhe conosco nos comentários o que você tem feito para alcançar a frequência e a excelência na sua preparação.

Um abraço, Alexandre Meirelles.