Mapas mentais para concursos: é relevante estudar por meio deles?

No último artigo aqui do blog, expliquei um pouco sobre a funcionalidade dos resumos. Atrelado a este tema, muitas pessoas me perguntam também sobre os mapas mentais para concursos.

Este é um dos assuntos sobre o qual falei no meu livro “Como estudar para concursos”. Por isso, muitos concursandos me veem como autoridade nesta questão e, para mim, é um prazer poder ajudar.

Os mapas mentais foram criados por um famoso inglês chamado Tony Buzan, que já publicou inúmeros livros sobre o assunto.

Tamanho foi o sucesso dos mapas mentais que, hoje, é muito difícil encontramos um livro sobre didática ou técnicas de estudo que não indiquem o seu uso.

Assim sendo, preparei este artigo com dicas para você que deseja potencializar seus estudos com os mapas mentais para concursos. Confira!

Por que utilizar mapas mentais para concursos?

Buzan, criador do método de mapas mentais, aponta que nossa cultura não utiliza efetivamente certas regiões do cérebro especializadas em pensamento espacial, imagens e criatividade.

Em geral, damos muito mais valor à escrita e à leitura. Ou seja, só aproveitamos as partes responsáveis pela lógica, fala e pensamento linear.

Como ele considerou isso um grave desperdício de nossas capacidades de memorização, criou os mapas mentais, aproveitando os recursos cerebrais pouco utilizados.

Dessa forma, utilizar mapas mentais para concursos em momentos do seu estudo pode ser, sim, benéfico para otimizar a fixação do conteúdo.

Devo utilizar os mapas mentais para concursos sempre?

Sou a favor de utilizar mapas mentais durante o estudo. No entanto, você não deve fazê-los para tudo o que estuda.

Há momentos em que outros métodos são mais eficazes, como:

  • um diagrama;
  • uma tabela; 
  • um fluxograma;
  • ler as marcações em amarelo no livro;
  • fazer mais exercícios.

Lembrando que os mapas mentais para concursos são um tipo de resumo e, assim, não devem ser utilizados massivamente quando se trata de certames com muitas disciplinas.

Dessa forma, se você tem 10 ou mais disciplinas para estudar, deixe os mapas mentais em segundo plano.

Assim sendo, para que a sua revisão seja facilitada depois de estudar, vá fazendo marcações no seu material.

Com toda certeza isso irá ajudá-lo a identificar os assuntos principais para revisar depois, a fim de que nenhum conteúdo extremamente importante se perca no material.

Mas como fazer mapas mentais para concursos?

Entretanto, quando você perceber que as anotações e marcações não estão sendo suficientes para o seu aprendizado, recorra aos mapas mentais para concursos.

Assim sendo, vou ensinar algumas regras básicas para elaborar mapas mentais para concursos. Confira!

1. Sentido horizontal

Primeiramente, utilize o papel no sentido horizontal na grande maioria dos casos, pois nosso campo visual é maior na horizontal.

2. Comece pelo centro

Comece pelo centro, escrevendo o título do assunto a ser resumido e circule-o. A maioria das pessoas prefere envolvê-lo com uma elipse ou retângulo.

3. Conceitos gerais

No centro devem ficar os conceitos mais gerais, que se tornarão mais específicos quanto mais externos forem.

4. Ramos

A partir do centro, insira quantos ramos forem necessários, para resumir o assunto, podendo subdividi-los em outros ramos.

5. Sentido horário

De preferência, escreva os ramos no sentido horário, imaginando o início na posição onde os ponteiros marcam meio-dia, ou seja, comece acima do título e siga no sentido horário.

Afinal, se você fizer sempre seus resumos seguindo essa ordem, não precisará numerar os itens, deixando seu desenho mais limpo.

Mas caso ache importante, pode numerá-los. Em tempo: as palavras deverão ser sempre escritas na horizontal, os ramos é que seguirão o sentido horário.

6. Ramos curvos

Desenhe ramos curvos, não use linhas retas. Ramos curvos estimulam mais o cérebro. 

E desenhe-os do mesmo tamanho das palavras que estão contidas nele, não os faça mais longos à toa.

Escreva as palavras logo acima das linhas, como se fosse um texto sublinhado, afinal, não é por acaso que desde pequenos sublinhamos os trechos mais importantes do livro.

7. Varie as cores

Varie as cores utilizadas nos mapas mentais para concursos, reservando o vermelho para mensagens negativas.

Além disso, use abreviaturas, deixe o máximo de espaços em branco e, se estiver escrevendo muitas informações, divida-o em mais de um mapa mental.

8. Utilize desenhos

Por pior que seja a sua capacidade de desenhar, se rapidamente vier algum desenho à sua mente no momento de elaborar seu mapa mental, insira-o.

Afinal, a utilização de imagens facilita muito a memorização.

9. Letras grandes

Utilize letras grandes, desproporcionais. O ideal é que as letras tenham, no mínimo, o dobro do tamanho que você está acostumado a escrever.

10. Folha inteira ou meia folha?

Cuidado com o uso da folha inteira, porque você tenderá a colocar muitas informações numa página só.

Assim, cuidado, nunca se esqueça da dica de não poluir muito os seus mapas mentais para concursos.

11. Escreva à mão

Faça-os à mão, não use programas de computador. Afinal, praticamente todos os estudos realizados até hoje mostraram que nosso cérebro lembra melhor algo escrito com nossa letra do que no computador.

12. Escreva o mínimo possível

Escreva o mínimo possível possível, de preferência utilize só as palavras-chaves, mas de forma que não tenha dificuldade em entender o sentido das frases quando tiver que lê-las no futuro.

Alguns especialistas indicam que se escreva somente uma palavra em cada ramo, mas considero isso muito difícil em muitos casos.

Por isso, dê preferência para as palavras-chave!

13. Letra de forma

Se a sua letra não for muito legível nem mesmo para você, escreva tudo em letra de forma.

14. Conte os ramos

Antes de começar a desenhar o mapa mental, conte quantos ramos ele terá, a fim de distribuí-los melhor no papel.

15. Leia o título antes

Quando for ler cada um dos ramos, antes leia o título do mapa mental (o tema que está no centro), para sempre fazer a associação entre cada ramo e o tema.

Talvez você não ache necessário ler o tema entre as leituras dos ramos. No entanto, não o pule sempre, leia-o entre algumas das leituras dos ramos.

Busque ajuda para fazer mapas mentais para concursos

Por fim, se mesmo com as dicas anteriores você tem dificuldades para fazer mapas mentais para concursos, procure ajuda!

Diante disso, vários programas de mentoria para concursos oferecem suporte também na elaboração de resumos e mapas mentais.

Nós também ensinamos a fazer bons resumos e mapas mentais para concursos na Liga da Aprovação, mentoria aqui do Método de Estudo.

Em suma, lá eu ofereço aulas grandes ensinando como fazer resumos e mapas mentais de qualidade.

Além do auxílio na elaboração de resumo e mapas mentais, os alunos da Liga da Aprovação têm direito a:

  • Tira-dúvidas individualizado;
  • seis meses de mentoria comigo;
  • atividades ao final de cada módulo;
  • descontos nos serviços de nossos parceiros e professores.

Quero me inscrever e aproveitar as vantagens da Liga da Aprovação

A Liga da Aprovação é dividida entre diversas áreas, como Fiscal, Policial, Controle, Bancária e mais – sempre oferecendo um acompanhamento próximo da qualidade do seu estudo!

Tem alguma outra dúvida quanto à elaboração de mapas mentais para concursos? Compartilhe conosco nos comentários!

Um abraço, Alexandre Meirelles.

Resumos para concursos: vale a pena estudar por meio deste método?

Em toda a minha trajetória enquanto mentor de concursos, um dos assuntos e dúvidas mais recorrentes entre os concurseiros são os benditos resumos para concursos e se eles devem fazê-los.

De fato, como já pontuei no meu livro “Como estudar para concursos”, ler resumos é fácil e, muitas vezes, também prazeroso, pois você estuda por um conteúdo que tem “a sua cara”.

Além disso, eles são ideais para serem lidos no consultório médico, no trânsito, na hora do almoço no trabalho, etc.

Afinal, nesses momentos é muito difícil manter a concentração em algo novo, logo, ler resumos ajuda a fixar o que foi estudado.

No entanto, para que o aproveitamento deles seja o melhor possível, é necessário que saibamos elaborá-los da forma correta e para concursos em que eles serão realmente úteis.

Sendo assim, continue a leitura e confira todos os meus conselhos sobre resumos para concursos e a sua elaboração!

Muitas disciplinas para estudar? Cuidado com os resumos!

Primeiramente, é preciso tomar cuidado antes de sair fazendo resumos para concursos de tudo quanto é matéria que você estuda.

Eu diria para você reduzir ou limitar o número de resumos quando você tem muitas matérias para estudar e várias delas são extensas.

Esse é um conselho válido para quem soma 10 ou mais disciplinas para estudar até o certame.

Dessa forma, se você for fazer resumos de absolutamente todas, de todos assuntos, você não dará conta de estudar todo o conteúdo.

E como vou revisar depois?

Assim sendo, para que a sua revisão seja facilitada depois de estudar, vá fazendo marcações e anotações com post-its no seu material.

Com toda certeza isso irá ajudá-lo a identificar os assuntos principais para revisar depois, a fim de que nenhum conteúdo extremamente importante se perca no material.

Então nunca devo fazer resumos para concursos?

Não é isso que quero dizer. Só estou reforçando que você não deve resumir todas as disciplinas do seu concurso.

Dessa forma, prefira fazer resumos daquelas disciplinas que você têm mais dificuldade, além de fórmulas matemáticas e algumas decorebas.

Assim sendo, o meu principal alerta é para o fato de que você deve sempre avaliar o custo-benefício de fazer resumos para concursos.

Portanto, antes de sair resumindo tudo, verifique se o tempo que você dispensará fazendo resumos não irá minar o tempo que você precisa para dar conta de todas as disciplinas.

Para certames com menos disciplinas, o resumo é livre

Se você precisa estudar menos disciplinas até o seu certame, aí sim os resumos para concursos são aliados importantes para o seu aprendizado.

Até porque, começando a estudar com antecedência, haverá tempo de sobra de estudar tudo, resumir e revisar constantemente com os resumos que você construiu.

E como fazer um resumo de qualidade?

Se você quer fazer bons resumos para concursos, posso dar algumas dicas para produzir um que seja proveitoso para os seus estudos.

Esses são alguns pontos que apresentei, de forma mais completa, na segunda unidade do meu livro “Como estudar para Concursos”:

1) Use a metade de uma folha A4

Não utilize fichas pautadas, pois as linhas atrapalham a nossa escrita. Assim sendo, pegue folhas A4 usadas em impressoras e corte-as ao meio.

Caso ache a metade de uma folha A4 pouco espaço, faça em uma folha inteira. Eu só não gosto muito de indicar uma folha inteira porque assim você tende a escrever muito mais e deixa de ser um resumo!

2) Escreva à mão

Os seus resumos para concursos deverão ser escritos com sua letra, à mão, e não no computador.

Seu cérebro memorizará melhor se o resumo dor mais familiar a você e o uso do computador, além de tomar muito tempo, torna-o mais impessoal.

3) Utilize a maior variedade de cores possível

Fazer seus resumos com uma cor só você cria um monotom que remete a o quê? Isso mesmo, monotonia. E o cérebro de ninguém curte isso.

Utilize várias canetas hidrocor ou de gel para dar vida aos seus resumos. Além disso, não padronize. Crie variações.

Isso quer dizer que em um resumo você deve combinar marrom com azul, outro preto com verde, outro laranja e roxo, etc.

4) Reserve a caneta vermelha para negações e exceções

Acho que o título é autoexplicativo, né?

A cor vermelha é a que lembra uma negação para o seu cérebro e não é à toa que sinais de trânsito de pare são feitos nessa cor.

5) Escreva poucas informações e use abreviaturas

Deixe o máximo possível de espaços em branco. No entanto, se o assunto for grande, divida-o em mais de um resumo.

Para poupar espaço e memorizar melhor, utilize o máximo possível de abreviaturas, siglas, símbolos e desenhos. Exemplos:

  • CF – Constituição Federal;
  • FG – Fato Gerador;
  • % – Alíquota;

6) Não perca tempo embelezando seus resumos

Elabore seus resumos rapidamente e não tome muito tempo de estudo caprichando-os.

Por outro lado, se algum deles estiver muito bagunçado, passe-o a limpo fora do seu horário de estudo, como enquanto assiste um programa na TV.

7) Só escreva de um lado

Quando você faz um resumo colorido, o verso fica todo borrado. Além disso, deixar o verso em branco também é importante porque, às vezes, é interessante escrever algumas informações nele.

Busque ajuda para fazer resumos para concursos

Em resumo, se você tem dificuldade em fazer resumos para concursos funcionais, procure ajuda!

Por isso, vários programas de mentoria para concursos oferecem suporte também na elaboração de resumos.

Nós também ensinamos a fazer bons resumos para concursos na Liga da Aprovação, mentoria aqui do Método de Estudo.

Em suma, lá eu ofereço aulas grandes ensinando como fazer resumos de qualidade e faço resumos na prática a fim de explicar as minhas estratégias de estudo.

Além do auxílio na elaboração de resumos, os alunos da Liga da Aprovação têm direito a:

  • Tira-dúvidas individualizado;
  • seis meses de mentoria comigo;
  • atividades ao final de cada módulo;
  • descontos nos serviços de nossos parceiros e professores.

Quero me inscrever e aproveitar as vantagens da Liga da Aprovação

A Liga da Aprovação é dividida entre diversas áreas, como Fiscal, Policial, Controle, Bancária e mais – sempre oferecendo um acompanhamento próximo da qualidade do seu estudo!

Tem alguma outra dúvida quanto à elaboração de resumos para concursos públicos? Compartilhe conosco nos comentários!

Um abraço, Alexandre Meirelles.

Provas de concursos anteriores: estudar por elas vale a pena?

Visando se preparar ao máximo para a prova do concurso, muitos concursandos estudam por provas de concursos anteriores.

Essa é uma atitude que vale a pena, uma vez que, assim, é possível perceber os assuntos mais recorrentes do seu certame e se familiarizar com o estilo da banca.

Dessa forma, ao estudar por provas de concursos anteriores, você pode escolher as provas passadas do mesmo concurso que o seu ou apenas da mesma banca que você enfrentará.

No entanto, também há alguns fatores que você deve considerar antes de apenas se prender à prova anterior do seu concurso – há quanto tempo ela ocorreu é um deles!

Se você gosta ou está pensando em começar a estudar por provas de concursos anteriores, este artigo é para você.

Confira as minhas dicas e conselhos para que esse método de estudo seja ainda mais proveitoso!

Concurso ainda sem edital com última prova muito antiga

É importante frisar que os concurseiros vivem cenários diferentes quando o assunto é estudar por provas de concursos anteriores.

O primeiro deles é o mais complicado: quando o concurso almejado ainda não tem edital e a última prova dele já é bem antiga (8+ anos).

Nesse caso, como estudar? Vale a pena pegar essa prova anterior, mesmo que antiga?

Eu diria que, nessa situação, é um tanto complicado se basear bastante pelo edital e pela prova antiga.

Embora, é claro, o edital te dê uma luz quanto às disciplinas básicas e tradicionais – e você deve se guiar por elas, mas não tão a ferro e fogo.

Avalie, também, o conteúdo exigido em cada uma delas. Isso é importante porque que as descrições do conteúdo e as exigências mudam constantemente!

Assim sendo, procure também editais e provas recentes de conteúdos semelhantes ao seu e, assim, oriente-se também por esses editais e resolva essas provas.

Limitar-se a provas e editais antigos pode ser um tiro no pé, uma vez que por mais que as disciplinas básicas sejam as mesmas, os assuntos exigidos podem estar desatualizados.

Prova de concursos anteriores por meio de sites de questões

Se você pretende estudar por provas de concursos anteriores fazendo um apanhado por meio de um site de questões, aqui vão alguns conselhos.

Primeiramente, procure por sites confiáveis como TEC Concursos e QConcursos

Agora vamos a uma situação hipotética: se você irá prestar o cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal, a tendência é procurar por questões desse cargo nos sites, em certames de 2014, 2012, 2009, 2005 e mais.

No entanto, tenha cuidado. A minha primeira recomendação é: vale a pena, sim, olhar as questões das provas de 2014 e 2012, mais recentes.

Mas, além delas, prefira questões recentes da sua banca de concurso. Assim, você mescla duas frentes de conhecimento:

  • as questões/assuntos frequentes no seu certame;
  • o estilo de prova da sua banca e os assuntos que ela vem cobrando na sua área.

No caso do cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal, a banca era a Esaf, que acabou – portanto, procure provas e questões recentes de bancas parecidas.

Para quem tenta cargos do TCU, por exemplo, em vez de resolver a prova do concurso de 2015, dê espaço para provas recentes do Cespe (banca tradicional do TCU).

Nesse caso, provas das áreas de Controle e Fiscal podem apresentar questões semelhantes às que virão na prova para o TCU.

Cuidado com o nível das questões!

Ao fazer as provas de concursos anteriores, cuidado com o nível das questões que você seleciona.

Você não deve pegar muitas questões complexas de nível superior se a sua prova é de nível médio.

Se você também está tentando a área de Controle ou Fiscal, nada de fazer muitas questões de Tribunais.

Treine as questões do seu concurso e das áreas semelhantes, assim, sua preparação será completa e eficiente.

É importante lembrar, também, que você não deve nivelar as questões por baixo. Quase nunca faça questões de nível médio se o seu certame for de nível superior.

Lembre que você precisa de questões desafiadoras e que realmente nivelem o seu conhecimento!

Nível, banca e provas recentes: fatores determinantes

Ao estudar por provas de concursos anteriores, entenda os fatores determinantes para que esse método de estudo seja efetivo.

O nível quer dizer que você deve sempre procurar questões de provas referentes ao nível do seu concurso.

Conhecer o estilo de prova da sua banca é fundamental. Mesmo que tenha provas recentes do seu concurso, também faça outras provas da banca.

E lembrando que, não tendo provas recentes do seu concurso, invista pesado em questões de bancas semelhantes da área em que você está de olho!

Assim sendo, vale a pena estudar por provas de concursos anteriores, desde que recentes.

Contudo, mesmo tendo as recentes, concilie o estudo por meio de provas recentes da sua banca (mesmo que de outros certames) ou provas de bancas semelhantes e áreas parecidas com a sua desejada.

Dificuldades? Procure ajuda!

Ao estudar por provas de concursos anteriores, é normal ter dúvidas em algumas questões e errar em sequência.

Nessas horas, o desespero bate e você acha que nunca irá acertar questões o suficiente para ser aprovado.

Mas acredite, é possível melhorar o seu desempenho na resolução de provas de concursos anteriores. Basta procurar ajuda!

Uma alternativa é um programa de mentoria para concursos, no qual o mentor não só te passa conteúdo sobre como estudar, mas propõe tirar suas dúvidas.

Aqui no Método de Estudo, eu ofereço orientações para concurseiros na Liga da Aprovação.

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Tem alguma outra dúvida quanto ao estudo por meio de provas anteriores? Compartilhe conosco nos comentários!

Um abraço, Alexandre Meirelles.

As 3 fases de angústia do concurseiro: quais são e como superá-las?

Estudar para concursos é uma tarefa de grande responsabilidade. Afinal, a aprovação envolve sua estabilidade financeira, realização profissional e a qualidade de vida da sua família. Diante dessa jornada, é possível verificar as 3 fases de angústia do concurseiro.

As 3 fases de angústia do concurseiro podem ser entendidas como aquela tristeza e apreensão diante da tarefa árdua de estudar e na fase pós-aprovação.

Assim, acredite, essa angústia poderá se fazer presente até mesmo depois da aprovação!

Se algo não está fluindo e causa estresse na sua vida de concurseiro ou concursado, é preciso rever suas crenças e comportamentos.

A boa notícia é que é sim, possível, vencer as 3 fases de angústia do concurseiro. Continue a leitura para saber quais são elas e como superá-las!

Fase 1: “Eu quero passar mesmo que seja em último lugar!”

Essa é a primeira das 3 fases de angústia do concurseiro. É aquele momento em que você deseja ser aprovado a qualquer custo, independentemente da:

  • sua colocação;
  • local de trabalho.

Neste momento, o que interessa é colocar o seu nome no Diário Oficial a qualquer custo!

Mas pense bem: o dia da aprovação irá chegar. Dessa forma, é fundamental você estar consciente da carreira que deseja seguir.

Apaixonado pela sua profissão, posso afirmar que, em qualquer lugar, é possível encontrar realização.

Isso, é claro, é mais fácil com o apoio e a companhia da família – sobretudo da esposa, do marido e dos filhos.

Além disso, qualquer posição de aprovação significa sucesso. Estudar só visando ser o primeiro lugar é uma atitude que pode te levar ao esgotamento!

Tenha em mente que, quando começamos a estudar para um concurso público, é claro que devemos ter uma ideia de quanto foi a nota para passar nos últimos concursos da área.

E, dessa forma, estudar para passarmos com sobras, sem correr grandes riscos. 

No entanto, lembre-se de que o salário do primeiro lugar é o mesmo que o do último

A diferença é que, em vários concursos, isso vai definir em qual cidade vai morar, por exemplo.

Assim, só fique aficionado com os primeiros lugares caso essas posições determinem um local de trabalho que você deseja muito, por exemplo.

Mas se você vive a angústia 1, de querer ser aprovado em qualquer lugar, tenha foco em ser aprovado com folga, mas sem ficar bitolado!

Fase 2: “Onde eu vou trabalhar?”

Se antes você vivia a angústia de querer ser aprovado em qualquer posição e lugar, após a aprovação a angústia é justamente aonde você vai.

Isso porque, em muitos casos, o concursado não se muda sozinho. Geralmente envolve esposa, marido, namorado e até mesmo filhos.

E, se antes você pensava que o problema era só ser aprovado, agora há outro: a dúvida aonde você irá.

Se, para você, qualquer lugar simboliza felicidade, a sua família pode apresentar recusa para muitas das opções. E agora?

Nesse caso, a melhor solução é o diálogo. Converse com a sua família, apontando principalmente todos os pontos de melhoria de qualidade de vida que vocês terão nessa nova fase.

Muitas vezes, a aprovação também inclui uma vida nova com momentos de viagem e lazer. Às vezes, morar no interior, por exemplo, não significa viver uma vida de marasmo quando se é concursado.

Com amor, união e confiança, é possível viver uma vida de concursado feliz em qualquer lugar.

Fase 3: “Para qual setor eu vou?”

Se você pensava que as angústias acabavam com a assinatura do termo de posse, você não poderia estar mais errado.

A terceira das 3 fases de angústia do concurseiro envolve o exercício do seu cargo!

Chegando lá, você ouvirá de colegas comentários como: “poxa, espero que você não vá para setor X; lá o trabalho é difícil e o chefe é chato”. Ou então: “torça para ir para a área Y, o trabalho é muito maneiro de fazer!”.

Aí está pronto o terreno da angústia, da ansiedade sobre o que está por vir e se você será feliz no exercício da profissão ou não.

Para superar essa fase, confie no seu potencial. Saiba que você tem total capacidade de se adaptar e fazer um bom trabalho onde quer que esteja.

Lembre-se, também, de que alguns cargos oferecem curso de formação e capacitações. Dessa forma, você terá suporte para obter sucesso em qualquer área.

Quase todo aprovado irá passar pelas 3 fases de angústia do concurseiro

Essas 3 fases de angústia do concurseiro são quase inevitáveis, mas a boa notícia é: quem passa por elas é quem foi aprovado.

Logo, torça para que elas cheguem logo – afinal, será um desafio, porém significará que você atingiu o seu objetivo!

É importante lembrar que, quando “calouro” no serviço público, é normal que você pegue, inicialmente, funções não tão almejadas pelos “veteranos”.

No entanto, com o passar do tempo, você passará por diversas transições, até se encontrar na função que realmente deseja.

Por fim, seja bem-vindo às 3 fases de angústia do concurseiro. São desafiadoras, mas vivê-las significa que você obteve sucesso.

Para viver os dilemas de concursado, estude bastante! 

Melhor viver os dilemas de concursado do que perdurar na ansiedade de quem ainda está estudando para concursos, né?

Dessa forma, para que os “dias de glória” cheguem logo, é fundamental que você invista em uma boa preparação e excelentes métodos de estudo.

Para ficar craque nos estudos, desbancar a concorrência e viver a vida de aprovado, avalie a possibilidade de investir em uma mentoria para concursos.

Geralmente organizada por professores ou gurus dos mundos dos concursos, as mentorias servem como um acompanhamento próximo da qualidade do seu estudo.

As mentorias para concursos públicos são uma boa alternativa, uma vez que mentores podem não só tirar suas dúvidas, mas indicar bons materiais e exercícios.

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E hoje: quais são as angústias que você vive enquanto concurseiro? Compartilhe nos comentários. Quero ajudá-lo!

Um abraço, Alexandre Meirelles.

Como não procrastinar nos estudos para concursos públicos?

Deixar tarefas para depois todo mundo deixa, mas isso nos prejudica muito, independentemente do que deixamos para depois. E quando o assunto é eficiência e rendimento atrapalha ainda mais. Você sabe como não procrastinar nos estudos?

Entretanto, é importante lembrarmos que existe uma grande diferença entre procrastinação e preguiça.

Basicamente, procrastinação é a atitude de sempre empurrar a atividade principal para depois e colocar atividades secundárias na frente. Já a preguiça é quando você deixa de fazer absolutamente tudo.

Agora que você já entendeu essa diferença, que tal falarmos dos estudos para concursos?

Para que você tenha um estudo de qualidade e absorva todas as informações, você precisa de foco e determinação. Mas às vezes não estamos com tanta disposição e ficamos adiando o início do estudar.

Então eu vou passar algumas dicas para que você aprenda como não procrastinar nos estudos. Vamos lá?

Não marque hora para começar a estudar

Parece estranho, mas você não deve marcar um horário para começar a estudar. Agora você deve estar se perguntando por quê

Na verdade, quando você determina uma hora, você acaba procrastinando. Ou seja, você sempre deixa para daqui 10 minutos, depois 15 minutos e assim por diante.

Então o ideal a se fazer é sentar para estudar quando você estiver disposto e aí sim olhar para relógio para controlar a suas horas de estudo.

Técnica do 3, 2, 1…já!

Esta regrinha pode até parecer boba, mas funciona! Ela é como um incentivo próprio, uma vontade sua para que uma atitude seja tomada. “Eu preciso fazer…agora!”

A partir do momento que você começar esta contagem regressiva no seu cérebro, você já vai estar preparando a sua mente e seu corpo para começar a estudar.

Entretanto, é importante que você prepare tudo para aplicar essa dica. Adiante o que precisa adiantar, sem procrastinar, e 3, 2, 1!

Organize tudo no dia anterior

Caso você tenha um ambiente de estudo que seja possível preparar todo o material que você pretende utilizar, faça isso!

Até porque a desorganização atrapalha a manter o foco e estressa. Portanto, faz com que o seu momento de estudo não seja produtivo. 

Além disso, outra coisa que ajuda a otimizar o tempo e facilita tanto a organização pré-estudo, quanto controla o que já foi visto, é o plano de estudo.

Não dê desculpas para procrastinar

Muitas vezes ficamos procurando formas de ludibriar nós mesmos, procurando informações que seriam sobre estudar, mas que não são de fato estudo.

Sendo assim, estudo é sentar na mesa, abrir o livro e estudar. Não existe verificar material, ver dicas de como estudar, isso é para a sua hora livre.

Portanto, a dica é: trace uma meta de horas ou de conteúdo para ser estudado. Por quê?

Porque se você não cumprir, você perderá alguma coisa que, provavelmente, será a sua hora livre. E você vai ter que fazer isso no dia seguinte.

Então, tenha disciplina para estudar e somente depois se dê de recompensa jogar futebol, ver um filme ou assistir à novela, porque você vai ter cumprido a sua meta e merece relaxar.

Sinta o prazer de ter feito seu dever

Assim como você sabe que poderia ter feito mais, você sabe que cumpriu o que tinha planejado. Essa sensação é maravilhosa, não é?

Então, por que não se permitir senti-la mais vezes? Toda vez que você estiver procrastinando, lembre-se da sensação maravilhosa do dever feito!

Precisa de ajuda para saber como não procrastinar nos estudos? Busque apoio!

Caso você tenha realmente muita dificuldade em manter o foco nos estudos, você precisa achar outras formas de concentrar.

Uma opção que pode te ajudar, e muito, a não procrastinar é buscar ajuda com pessoas experientes quando o assunto é concurso.

As mentorias para concursos públicos são uma boa alternativa, uma vez que mentores podem não só tirar suas dúvidas, mas indicar bons materiais e exercícios.

Aqui no Método de Estudo, eu ofereço orientações para concurseiros na Liga da Aprovação.

Além do tira-dúvidas individualizado de questões, o programa te oferece:

  • seis meses de mentoria comigo;
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Quero me inscrever e aproveitar as vantagens da Liga da Aprovação

Com certeza você vai ficar satisfeito com a Liga da Aprovação! Se você não gostar, envie um e-mail cancelando (sem explicações) em até 21 dias de uso, que eu devolvo o seu dinheiro!

E qual estratégia você usa para não procrastinar nos estudos? Compartilhe com a gente nos comentários!

Um abraço, Alexandre Meirelles.